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Prorrogação do auxílio emergencial deve atender apenas quem já recebe

Informação é do presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Jair Bolsonaro ainda está definindo o modelo em que serão pagas novas parcelas

Publicado em 26/06/2020 às 12h09
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Crédito: Reprodução/Instagram

Se o governo prorrogar o auxílio emergencial, os beneficiados serão os mesmos que recebem o pagamento atualmente, de acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, o dirigente do banco evitou detalhar a prorrogação, confirmada pelo presidente Jair Bolsonaro ontem.

O auxílio emergencial deve ser prorrogado em três parcelas com valores decrescentes: R$ 500, R$ 400 e R$ 300. "Serão pelo menos 65 milhões que já são os beneficiários que estão recebendo", disse Guimarães na coletiva. O auxílio começou a ser pago em função da pandemia de covid-19 para trabalhadores informais, autônomos e desempregados.

Valores e calendário estão sendo discutidos pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e vão ser anunciados pelo presidente Jair Bolsonaro, afirmou Pedro Guimarães. De acordo com a Caixa, 64,1 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo auxílio emergencial até o momento, com um impacto de R$ 90,8 bilhões. O prazo para pessoas pedirem o benefício termina no dia 2 de julho.

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