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Petrobras desclassifica firma que ia desmontar plataformas no ES

Vencedora da licitação teria sido desclassificada da concorrência após controladora da empresa entrar com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos

Publicado em 30/09/2019 às 08h12
As plataformas fixas do co campo de Cação 01, 02 e 03 estão instaladas no litoral de São Mateus . Crédito: Edson Chagas/Arquivo A Gazeta
As plataformas fixas do co campo de Cação 01, 02 e 03 estão instaladas no litoral de São Mateus . Crédito: Edson Chagas/Arquivo A Gazeta

A empresa responsável por fazer o descomissionamento das plataformas de petróleo no campo de Cação - litoral de São Mateus, região norte do Espírito Santo -, foi desclassificada da licitação. A EPIC Applied Technologies iria cobrar cerca de R$ 120 milhões para fazer o serviço (US$ 30 milhões).

Oficialmente a Petrobras ainda não confirma a mudança. Porém, fontes do setor dizem que a exclusão da empresa foi motivada pelo fato do grupo EPIC Companies - do qual a vencedora da licitação faz parte - ter entrar com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. “A licitação continua em andamento”, limitou-se a responder a assessoria de imprensa da Petrobras.

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O processo de descomissionamento é uma espécie de desmontagem das plataformas que já estão em utilização há muito tempo. A vida útil dos equipamentos é de aproximadamente 25 anos.

Confirmando-se a desclassificação, a vencedora passa a ser a segunda colocada, a William Jacob Management, que cobra US$ 37,8 milhões para fazer o descomissionamento - aproximadamente R$ 150 milhões.

 

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