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Luiza Trajano lança movimento para vacinar todos no Brasil até setembro

"Queremos ajudar a garantir que as vacinas cheguem a qualquer ponto do pais, superando todo e qualquer obstáculo. A cada minuto desperdiçado, centenas de vidas são perdidas nessa batalha", disse a empresária

Publicado em 08/02/2021 às 19h48
Atualizado em 08/02/2021 às 19h48
Luiza Trajano participou da abertura da 16ª Semana Justiça pela Paz em Casa
Luiza Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza. Crédito: Assessoria de Comunicação do TJES/Divulgação

A empresária Luiza Helena Trajano, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, lançou nesta segunda-feira (8) um movimento chamado Unidos Pela Vacina, para auxiliar na imunização da população brasileira contra a Covid-19.

"O nosso objetivo e vacinar todos os brasileiros ate setembro deste ano", escreveu a empresária em seu perfil do Instagram.

Trajano explica que o movimento começou com um chamado que ela fez ao Grupo Mulheres do Brasil, fundado por ela e que reúne mais de 75 mil mulheres no país.

"Queremos ajudar a garantir que as vacinas cheguem a qualquer ponto do pais, superando todo e qualquer obstáculo. A cada minuto desperdiçado, centenas de vidas são perdidas nessa batalha", disse a empresária.

Nesta terça-feira (9), porta-vozes do movimento darão uma entrevista à imprensa sobre a mobilização.

"Os setores da sociedade civil estão trabalhando articuladamente para que todos os brasileiros sejam vacinados até setembro deste ano", diz o comunicado.

O grupo dará detalhes de como o grupo pretende atuar, em diversas instâncias, para ajudar que a vacina chegue a qualquer ponto do país.

Trajano também comemorou a vacinação de sua tia Luiza, de 94 anos. Ela foi a fundadora do Magazine Luiza, que começou como uma loja de departamento em Franca, no interior de São Paulo.

No final de janeiro, empresas privadas brasileiras tentaram negociar com o governo uma autorização para importar 33 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca.

A movimentação, no entanto, foi frustrada após a AstraZeneca negar que venderia para o setor privado e a repercussão negativa na opinião pública.

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