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IBGE mostra que expectativa de vida do brasileiro cresceu para 76,6 anos

Em 2018, indicador foi de 76,3. A estimativa de vida vem crescendo desde 1940, quando a expectativa de vida do brasileiro ao nascer era de apenas 45,5 anos

Publicado em 26/11/2020 às 14h15
Casal de idosos em Vitória
Pesquisa revela que população estão vivendo mais. Crédito: Vitor Jubini | A Gazeta

A expectativa de vida do brasileiro subiu três meses em 2019, passando de 76,3 anos em 2018 anos para 76,6 anos, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados estão na Tábua Completa de Mortalidade de 2019, publicada no Diário Oficial da União (DOU).

O aumento, embora pequeno, mantém a tendência de crescimento da taxa por anos consecutivos. Há quase dez anos, em 2011, a esperança de vida do brasileiro era de 74,1 anos.

No ano seguinte, passou para 74,6 anos e depois para 74,9 anos.

Em 2014, a taxa ficou em 75,2 anos; em 2015, em 75,5 anos; em 2016, 75,8 anos; em 2017, 76 anos; e, em 2018, foi de 76,3 anos.

O IBGE deve detalhar o documento ainda nesta quinta-feira. Os dados apresentam as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos, trazendo informações por sexo.

A Tábua de Mortalidade é usada como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.  

De acordo com informações do IBGE, a mortalidade masculina supera a feminina. Contudo, a expectativa de vida dos homens em Santa Catarina (76,7 anos) é superior à das mulheres dos estados de Roraima (75,1 anos), Maranhão (75,3 anos), Rondônia (75,5 anos), Piauí (76,0 anos) e Amazonas (76,3 anos). Já as maiores probabilidades de sobrevivência entre os 60 e 80 anos de idade foram encontradas no Espírito Santo: 581 por mil para homens e 723 por mil para mulheres

Além disso, os dados da instituição informam que entre as unidades da federação, a maior expectativa de vida foi verificada em Santa Catarina (79,9 anos), com 3,3 anos acima da média nacional, e a menor, no Maranhão (71,4 anos). Já a menor taxa de mortalidade infantil foi a do Espírito Santo (7,8 por mil) e a maior, no Amapá (22,6 por mil).

Com informações do IBGE.

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