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Sem mudança

Governo decide não adotar horário de verão no Brasil em 2024

Decisão foi anunciada após reunião com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nesta quarta-feira (16); volta para 2025 ainda será avaliada

Publicado em 16 de Outubro de 2024 às 14:38

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 out 2024 às 14:38
Pôr do sol da Ilha das Caieiras
Pôr do sol da Ilha das Caieras Crédito: Reprodução/Instagram/@vanda_lopes1000
O Ministério de Minas e Energia decidiu que o horário de verão não precisará ser adotado no Brasil neste ano. O anúncio oficial foi realizado na tarde desta quarta-feira (16) pelo ministro Alexandre Silveira, após reunião com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre a situação energética do país. A decisão final, contudo, cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia), que vinha se mostrando resistente à medida, afirmou que, apesar de o país ter vivenciado a maior seca de sua história, medidas tomadas durante o ano fizeram com que os reservatórios chegassem a índices que dão tranquilidade.
"Nós hoje, na última reunião com o ONS, chegamos à conclusão de que não há necessidade de decretação do horário de verão para este período, para este verão. Temos segurança energética assegurada para este ano. Há o início de um processo de restabelecimento ainda muito modesto da nossa condição hídrica. Podemos avaliar, depois do verão, a adoção dessa política para 2025. Mas temos de avaliar de forma precisa tanto para o setor elétrico quanto para o produtivo", disse o ministro Alexandre Silveira.
Depois da recomendação feita pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) para a volta do horário de verão, em setembro, a melhora no cenário das chuvas e da situação dos reservatórios de hidrelétricas, no início de outubro, levou o ministério a desistir o adiantamento dos relógios ainda em 2024.
De acordo com o relatório do ONS, a aplicação do horário de verão poderia trazer uma redução de até 2,9% da demanda máxima, o que diminuiria a necessidade de geração termelétrica e traria uma economia no custo da operação próxima a R$ 400 milhões entre os meses de outubro e fevereiro.
A medida gera controvérsia entre os setores da economia. Empresas de comércio, turismo e lazer têm maior ganho potencial, já que a luz natural ao fim do expediente eleva a expectativa de movimento em bares, restaurantes e atividades ao ar livre. Por outro lado, setores como transporte aéreo e indústria enfrentam desafios para se ajustar.
Um dos setores mais resistentes à alteração nos relógios era justamente o de aviação. A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) afirma que os bilhetes são vendidos com quase um ano de antecedência e que há necessidade de um prazo de seis meses para ajustes de horários e conexões.
Na semana passada, a associação comemorou a indicação de Silveira de que a medida poderia ser evitada neste ano. "A sinalização do ministro está em linha com o princípio da previsibilidade, fundamental para [...] assegurar a conectividade do país sem transtornos para a sociedade", afirmou a entidade.
O horário de verão foi adotado no Brasil, de forma ininterrupta entre 1985 e 2018. A medida foi interrompida em 2019, no primeiro ano da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os relógios eram adiantados entre outubro e fevereiro/março de cada ano.
Com informações da Folhapress

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