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"É muito pouco ainda, temos que melhorar muito", diz Guedes sobre vacinação

Ao comentar que a pandemia avança em ritmo acelerado, o ministro da Economia disse que somente a imunização em massa permitirá o retorno seguro ao trabalho

Publicado em 19/03/2021 às 15h12
Atualizado em 19/03/2021 às 15h12
O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante pronunciamento sobre preço dos combustíveis e a política de reajustes adotada pela Petrobras
O ministro da Economia, Paulo Guedes, durante pronunciamento sobre preço dos combustíveis e a política de reajustes adotada pela Petrobras. Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou nesta sexta-feira (19) que o percentual de vacinação contra a Covid-19 no Brasil até o momento é muito baixo e precisa melhorar muito. Ao comentar que a pandemia avança em ritmo acelerado, ele disse que somente a imunização em massa permitirá o retorno seguro ao trabalho.

"5% da população já foi vacinada, é muito pouco ainda, temos que melhorar muito, trabalhar muito", disse o ministro em entrevista ao jornal espanhol El Mundo.

Dados do consórcio de veículos de imprensa, formado por Folha de S.Paulo, UOL, G1, O Globo, Extra e O Estado de S. Paulo mostram que o Brasil vacinou 10,98 milhões de pessoas até esta quinta-feira (18). O número corresponde a 5,19% da população.

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De acordo com o ministro, o governo está ampliando os acordos para a compra de vacinas com o objetivo de adiantar o processo de imunização. Ele reconheceu que países com maior êxito na vacinação já estão se recuperando.

No Brasil, a incerteza em relação à recuperação econômica está diretamente ligada ao avanço da pandemia, com aceleração das mortes e aumento do número de cidades com medidas restritivas e de isolamento social.

"A pandemia chega com uma segunda onda, se espalhando com maior velocidade e novas cepas, aparentemente mais mortíferas. A reação é uma só, vacinação em massa para garantir um retorno seguro ao trabalho", afirmou.

Na entrevista, Guedes afirmou que a nova rodada do auxílio emergencial tem valor menor do que os repasses feitos em 2020 porque o governo trabalha com uma redução gradual da assistência, ao mesmo tempo em que a economia vai se recuperando.

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