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Bolsonaro reluta em antecipar 13° de aposentados sem aprovação de Orçamento

A medida já está pronta para ser assinada e pode injetar R$ 50 bilhões na economia; dinheiro serviria para amenizar os impactos da crise econômica causada pelo novo coronavírus

Publicado em 24/02/2021 às 14h13
Atualizado em 24/02/2021 às 14h20
Jair Bolsonaro:
Jair Bolsonaro foi aconselhado por assessores do Palácio do Planalto a só assinar a medida que autoriza a antecipação do pagamento do 13º. . Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro foi aconselhado por assessores do Palácio do Planalto a só assinar a medida que autoriza a antecipação do pagamento do 13º de aposentados e pensionistas depois que o Orçamento da União for aprovado no Congresso.

A votação da Lei Orçamentária de 2021 deveria ter ocorrido em dezembro, mas foi adiada. A nova previsão é de que ela seja aprovada no fim de março.

A medida que antecipa o 13º está pronta. Com ela, o governo pretende injetar R$ 50 bilhões na economia.

O dinheiro serviria para amenizar os impactos da crise econômica causada pelo novo coronavírus, aliviando dificuldades e aumentando o poder de consumo de uma parcela da população brasileira.

A medida já foi adotada no ano passado, quando o 13º de aposentados e pensionistas foi pago nos meses de março e maio.

Ela tem a vantagem de não pressionar as contas públicas porque apenas altera o calendário de pagamentos já previstos para este ano.

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