Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Economia
  • Apenas 28 agroindústrias licenciadas em um ano no Espírito Santo
AGRONEGÓCIO

Apenas 28 agroindústrias licenciadas em um ano no Espírito Santo

A expectativa era de que 200 negócios tivessem o selo no primeiro ano da lei

Publicado em 23 de Junho de 2019 às 22:34

Publicado em 

23 jun 2019 às 22:34
Um ano depois da lei que simplificou a regularização de agroindústrias de produtos de origem animal no Espírito Santo entrar em vigor, apenas 28 agroindústrias familiares foram registradas. O objetivo da legislação era expandir o número de pequenos negócios que poderiam comercializar em todo o Estado.
A expectativa, do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), em maio do ano passado, era que no primeiro ano de implementação cerca de 200 agroindústrias se formalizassem, o que não ocorreu. O motivo é que até agora poucos municípios já aderiram ao sistema.
Para que uma agroindústria de pequeno porte possa comercializar em todo o Estado, é preciso que ela tenha o registro do Serviço de Inspeção Agroindustrial de Pequeno Porte (Siapp) ou do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar de Pequeno Porte (Susaf). O Siapp é de responsabilidade do Idaf, onde o produtor solicita a inspeção. Já o Susaf é concedido pelas prefeituras, ele e equivale ao Siapp.
A Lei que desburocratizou o Siapp e o Susaf foi aprovada no dia 14 de maio de 2018. Já a regulamentação só foi publicada em agosto. O texto definiu que a concessão do selo - que identifica se o produto está autorizado ou não a ser comercializado nos municípios, Estado e país – seria com base na utilização do Manual de Boas Práticas de Fabricação de Alimentos (BPF). Antes, o local é que devia estar equipado conforme exigia a lei.
Agronegócio: o apicultor José Alonso pode comercializar o mel que produz em todo o Estado Crédito: Arquivo Pessoal
O apicultor José Alonso Rodrigues, 57 anos, se beneficiou com as mudanças na legislação. Ele tem uma pequena agroindústria em Cariacica onde beneficia mel de abelha e própolis. “Eu já tinha o SIM, então só precisei fazer algumas adequações para receber o Siapp. Foi muito mais simples do que era antes”, conta.
O apicultor foi o primeiro a conseguir o registro do Siapp, em novembro do ano passado. Agora, consegue atender mais clientes de outros municípios e a demanda já cresceu em 10%.
NEGÓCIO
Ao todo, desde que a nova lei foi publicada, em maio de 2018, 5 agroindústrias foram registradas no Siapp e outras estão 35 em processo. Já no Susaf foram 23 unidades de produção familiar. Segundo a instituição os números são positivos. “Temos observado um movimento crescente de interesse na regularização da atividade”, disse em nota.
Para que o projeto desse certo, era preciso que os municípios do Estado aderissem ao Susaf. Isso porque essa certificação é a equivalência entre os Serviços de Inspeção Municipal (SIM) e o Serviço de Inspeção Agroindustrial de Pequeno Porte (Siapp).
Antes da lei entrar em vigor, apenas dois (Venda Nova do Imigrante e Domingos Martins) dos 78 municípios capixabas tinham essa equivalência. Em 2018, Santa Maria do Jetibá conseguiu o selo e neste ano Castelo e Guarapari.
Segundo o Idaf, outros sete municípios manifestaram interesse na adesão e mais 35 estão participando das capacitações da Gerência de Agroindústria de Pequeno Porte (Geapp). Ela foi criada no final de 2018 para propor novas diretrizes, regularizar, inspecionar e ampliar as fronteiras de comercialização dos produtos da pequena agroindústria capixaba de origem animal.
COMO IDENTIFICO?
No rótulo
Identificação: a identificação é simples, há um selo nas embalagens com a sigla Susaf ou Siapp.
Consulta
Para saber se o estabelecimento é realmente registrado, é preciso entrar no site do Idaf.
COMO CONSEGUIR?
Produtor
Susaf: esse certificado só pode ser solicitado às prefeituras que tenham o programa de inspeção municipal equivalente ao Siapp.
Siapp: esse registro deve ser solicitado diretamente ao Idaf. O produtor precisa entregar alguns documentos ao instituto e o estabelecimento passa por vistorias.
Fonte: Idaf

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Baixo Guandu recebe Campeonato Brasileiro de Asa Delta em edição histórica de 50 anos
Baixo Guandu recebe Campeonato Brasileiro de Asa Delta em edição histórica de 50 anos
Imagem de destaque
4 orações para o Dia de São Marcos Evangelista 
Imagem de destaque
O que fazer em Pedra Azul? 5 lugares para um roteiro na serra capixaba

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados