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Conhece a renda fixa? Saiba a importância dela no planejamento financeiro

Muitos não estão familiarizados com esse nome, mas, sem saber, já investem nesse tipo de aplicação por meio da caderneta de poupança. Descubra mais sobre esse mercado

Publicado em 06 de Dezembro de 2021 às 12:27

Públicado em 

06 dez 2021 às 12:27
Flávio Mattedi

Colunista

Flávio Mattedi

A renda fixa é um tipo de investimento fundamental em um planejamento financeiro, na medida em que existem diversas opções que podem se adaptar a diferentes cenários e necessidades do investidor. Ela é, também, o tipo de aplicação financeira mais conhecida pelo brasileiro. Muitos não sabem, mas já investem nela. A poupança, por exemplo, é um tipo de aplicação em renda fixa.
As aplicações em renda fixa podem compor um bom planejamento financeiro como a reserva de emergência ou a reserva de oportunidades. Além disso, pode ser também visto como um investimento de longo prazo com garantia de juro real (rentabilidade acima da inflação), geração de renda extra e, ainda, pode ser utilizada para alavancagem em uma compra de imóvel financiado.
Para ilustrar, a renda fixa como reserva de emergência ou oportunidades, normalmente é alocada em ativos com a remuneração atrelada ao CDI ou à Selic (taxa de juros), com possibilidade de resgate rápido e com boa margem de segurança.
Já os ativos com garantia de juro real são aqueles em que a rentabilidade pactuada tem em seu indexador um índice de inflação (o mais comum é o IPCA) e mais uma taxa de juros fixa. Exemplo: IPCA + 5% ao ano. Isso significa que o investidor, além de garantir a correção de sua aplicação financeira pelo índice IPCA, terá mais um adicional de 5% de rentabilidade ao ano.
Cofrinho: objeto é usado para falar sobre formas de economizar
Cofrinho: objeto é usado para falar sobre formas de economizar Crédito: Pixabay
A geração de renda extra também é algo muito procurado atualmente pelos investidores, principalmente por aqueles que já estão próximos à aposentadoria e desejam complementar a sua renda. Nesse caso, existem ativos de renda fixa que pagam seus juros mensalmente, trimestralmente, ou, como é mais comum, semestralmente.
Por fim, temos o caso de uso da renda fixa para alavancagem na compra de imóvel. Nessa situação, a pessoa pode comprar um imóvel com um financiamento imobiliário a um custo de aproximadamente 8% ao ano e aplicar o valor correspondente em ativos de renda fixa com rentabilidade superior a esse custo do financiamento.
Há muitas possibilidades e variantes para compor seus investimentos em produtos cada vez mais interessantes em renda fixa. Aproveite as dicas!

Flávio Mattedi

Graduado em Economia pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), com pós-graduação em Gestão Financeira pela FGV/Mmurad. Agente de Investimentos autorizado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Sócio da Valor Investimentos.

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