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Sem cirurgia: plasma é usado para tratar excesso de pele nas pálpebras

Com o envelhecimento natural, a exposição solar e a falta de cuidados específicos com a região das pálpebras, é comum que a pele fique mais fina e menos flexível

  • Karina Mazzini

  • Estúdio Gazeta

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Publicado em 20/05/2021 às 19h44
De acordo com a dermatologista Karina Mazzini, o excesso de pele nas pálpebras é uma das maiores queixas de seus pacientes acima de 40 anos.
De acordo com a dermatologista Karina Mazzini, o excesso de pele nas pálpebras é uma das maiores queixas de seus pacientes acima de 40 anos. Crédito: Karina Mazzini/Divulgação

Os tratamentos dermatológicos estão cada vez mais avançados, com técnicas que aliam resultados satisfatórios em curto prazo para o paciente. Entre essas novidades, o blefaroplasma é um lifting de pálpebras inovador, que atua na região dos olhos, reduzindo as rugas e a flacidez da área.

Com o envelhecimento natural, a exposição solar e a falta de cuidados específicos com a região das pálpebras, é muito comum que a pele fique mais fina e menos flexível. "É como um elástico que estica, mas não volta ao seu estado inicial, deixando essa região com um aspecto envelhecido e com sobra de pele”, explica a dermatologista Karina Mazzini, que também afirma que esta é uma das maiores queixas de seus pacientes acima de 40 anos.

A terapia de plasma é realizada por equipamento de uso exclusivamente médico, que promove sublimação e evaporação do tecido cutâneo com consequente retração do tecido e efeito lifting. “O uso do plasma fracionado tem sido excelente, já utilizamos em diversos equipamentos”, diz a dermatologista.

O blefaroplasma é realizado com ponteiras que, quando aproximadas da superfície da pele, fazem uma espécie de sublimação, como um lifting. E, assim, linhas finas, rugas e flacidez, são suavizadas, melhorando a aparência. A recuperação do paciente dura em torno de sete a 10 dias.

De acordo com Karina, para dar mais conforto às pacientes com maior sensibilidade, a clínica disponibiliza anestesista. “O procedimento pode gerar desconforto para a paciente. A anestesia surge como opção para quem sente muita dor”, destaca a médica. 

O número de sessões será definido de acordo com as necessidades de cada indivíduo. A associação com outras tecnologias e outros procedimentos dermatológicos potencializa os resultados.

“Com a pandemia e o uso das máscaras, a busca por um olhar marcante e bonito é constante e este tratamento tem sido muito procurado”, finaliza Karina.

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