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Imobiliária do ES amplia vendas em 165,64% e se destaca no país

A Lopes ES atingiu em 2021 sua marca histórica, com um valor geral de vendas (VGV) de R$ 650 milhões, alcançando o 5° lugar entre as unidades do grupo no Brasil
Estúdio Gazeta

Publicado em 

20 dez 2021 às 17:37

Publicado em 20 de Dezembro de 2021 às 17:37

Unidade da Lopes no Espírito Santo: imobiliária comemora resultados históricos Crédito: Divulgação/ Lopes
Em um ano desafiador para a economia, por conta da pandemia do coronavírus, o mercado imobiliário se viu diante de um período de recuperação, impulsionado pela maior oferta de crédito e pelo aumento da demanda das famílias, em busca de moradias com mais conforto e qualidade de vida.
Nesse cenário, a Regional no Espírito Santo da Lopes Imobiliária, comandada pelo CEO Marcos Murad, atingiu sua marca histórica com um VGV (valor geral de vendas) comercializado de R$ 650 milhões, englobando a matriz e as franquias: Lopes Vitória, Lopes Jardim Camburi, Lopes Vila Velha, Lopes Letícia Rody, Lopes Summit e Lopes Realiza Linhares.
Esse total representa 16,09% do VGV global da operação capixaba iniciada em 2007, que totalizou R$ 4,04 bilhões, nesses 14 anos, com 11.815 imóveis comercializados, o que equivale à venda de três imóveis por dia, ininterruptamente.
O resultado representa um crescimento de 165,64% em relação a 2020, e 212,31%, em relação a 2019 (veja gráfico abaixo), colocando a Lopes ES no 5º lugar nacional do Grupo Lopes em 2021 (posição de 20/12/21), sendo que em junho atingiu o 1º lugar nacional de vendas, superando naquele mês praças onde também é líder, como São Paulo e Rio de Janeiro.
Resultados históricos da Rede Lopes em 2021.
Resultados históricos da Rede Lopes em 2021. Crédito: Divulgação
“Esses resultados mostram os desafios que o setor imobiliário e a Lopes enfrentaram nesse período, desde a inauguração da operação capixaba em 2007, com a quebra do Lehman Brothers em setembro de 2008; a crise do governo Dilma Rousseff, culminando com seu impeachment em agosto de 2016; e o início do melhor período para o setor imobiliário, em 2018, e que foi muito impulsionado pela pandemia em 2020, quando as pessoas buscaram melhores moradias para suas famílias e pararam de gastar com outras atividades, e também por um ambiente de crédito bastante adequado”, afirma Marcos Murad.
Marcos Murad, CEO da Lopes Regional ES Crédito: Vitor Nogueira/ Divulgação
Ele ressalta que os resultados também refletem o acerto da Lopes na indicação dos lançamentos a serem feitos pelos parceiros incorporadores.
“Isso é fruto de uma inteligência de mercado forte e também no acerto nos investimentos em tecnologia e sistemas com a captação, via ‘follow on’ na B3 (Bolsa de Valores), de mais de R$ 150 milhões em 2019, para criar internamente em seu ecossistema o Lopes Labs”, acrescenta.
O Lopes Lab é um Hub de inovação que reúne tecnologia, sistema de gestão de relacionamento com o cliente (CRM) e inteligência artificial. “Essas inovações, cada vez mais, melhoram nossa atuação para buscar o que chamamos de Tri-Match: a aproximação inteligente do cliente com o imóvel certo sendo atendido por um consultor especialista”, destaca Murad.

PLANEJAMENTO PARA 2022

Há 14 anos atuando no ES e há 85 anos no Brasil, a Lopes é a maior imobiliária do país e do Espírito Santo, com uma rede de mais de 110 lojas, em 12 Estados e no Distrito Federal, e um ecossistema imobiliário com mais de 260 mil imóveis únicos e mais de 12 mil corretores associados.
Time da Lopes no Espírito Santo: imobiliária já comercializou 11.815 imóveis no Estado Crédito: Divulgação/ Lopes
Segundo Marcos Murad, o planejamento para 2022 inclui um robusto portfólio de lançamentos imobiliários nas principais praças do ES, novos investimentos em tecnologia e treinamento dos consultores associados e colaboradores, com objetivo de se manter na vanguarda e na liderança do mercado imobiliário.
“Para materializarmos este planejamento, em um ano eleitoral, precisamos continuar numa trajetória de equilíbrio fiscal, diminuição do tamanho do Estado, avanço de reformas estruturantes e simplificação do arcabouço regulatório para seguirmos crescendo fortemente no setor. Não podemos retroceder. Se nos deixarem trabalhar, vamos longe”, conclui Marcos Murad.

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