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Em ano de COP-30, Vivo reforça compromisso com sustentabilidade

Em ano de COP-30, Vivo reforça compromisso com sustentabilidade

Por meio de iniciativas que vão desde a coleta de resíduos eletrônicos até participação na conferência climática da ONU, a Vivo atua e engaja a sociedade na preservação do meio ambiente; resultados de medidas adotadas nos últimos anos são positivos

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Publicado em 19 de novembro de 2025 às 08:00

Atualmente, a Vivo tem 77 usinas de geração de energia, entre as fontes solar, hídrica e bioogás, em todas as regiões do Brasil.
Atualmente, a Vivo tem 77 usinas de geração de energia, entre as fontes solar, hídrica e bioogás, em todas as regiões do Brasil. Crédito: Vivo/Divulgação

A sustentabilidade é um objetivo em comum para empresas, órgãos públicos e sociedade civil, que juntos – cada um da sua forma – trabalham para construir um futuro melhor. No caso das empresas, existem diversas ações que podem contribuir para isso, integrando soluções que englobam todas as organizações e entidades, além da população.

O Futuro Vivo, por exemplo, é uma iniciativa da Vivo que tem a sustentabilidade como um pilar estratégico e atua para que esse futuro seja digital, inclusivo e sustentável. Como parte desse pilar, a empresa conta com uma série de iniciativas, internas e externas, que vão desde a coleta de resíduos eletrônicos e descarbonização de suas operações, até iniciativa pela biodiversidade na Amazônia, culminando com a participação em conferências climáticas.

A empresa, inclusive, está presente na COP 30, junto a outros players da iniciativa privada, setor público e sociedade civil, acompanhando e liderando as discussões em busca de soluções para o futuro do planeta. Pela primeira vez na história das Conferências Climáticas da ONU, a ciência planetária está no centro das negociações, com o Pavilhão da Ciência Planetária, e a Vivo está entre as apoiadoras da iniciativa.

Neste ano de COP-30, a empresa de tecnologia, também convidou dois embaixadores da marca, o surfista Gabriel Medina e o DJ e produtor musical Alok, para ampliar a conversa com a sociedade sobre a urgência dos temas ambientais.

Em um comercial da empresa, Medina surfou pela primeira vez a Pororoca, na Amazônia, um fenômeno natural produzido pelo encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas.

O objetivo era destacar a necessidade de conservação da região e demonstrar a conexão da humanidade em um único ecossistema. Já Alok, foi o embaixador no lançamento da campanha, em que a marca também lançou seu soundbranding.

A campanha Futuro Vivo patrocinou a turnê do DJ Alok, marcando o início da contagem para a COP 30
A campanha Futuro Vivo patrocinou a turnê do DJ Alok, marcando o início da contagem para a COP 30. Crédito: Vivo/Divulgação

Outra iniciativa foi o Encontro Futuro Vivo, que reuniu vozes diversas e nomes consagrados para discutir de forma propositiva temas como mudanças climáticas, ancestralidade, saúde mental e do planeta e o impacto da tecnologia para um futuro mais sustentável.

O evento contou com nomes como o cientista climático Carlos Nobre, a atriz Denise Fraga, o líder indígena Kaká Werá o neurocientista Sidarta Ribeiro, o médico e autor húngaro-canadense Gabor Maté, o cientista sueco Johan Rockström, o filósofo e ambientalista Ailton Krenak, a ativista pela tecnologia responsável Nina da Hora e o cantor Gilberto Gil.

Na reta final deste ano chave para a sustentabilidade na Vivo, a operadora também lançou uma nova campanha: “A natureza está chamando”, ecoando o chamado da natureza frente às emergências climáticas, enquanto reforça o compromisso com a sustentabilidade, em especial com o projeto de restauração e proteção da Amazônia, bioma vital para a manutenção da vida no planeta.

Floresta Futuro Vivo

Nos próximos 30 anos, a Vivo fará a regeneração e proteção de cerca de 800 hectares na Amazônia.
Nos próximos 30 anos, a Vivo fará a regeneração e proteção de cerca de 800 hectares na Amazônia. Crédito: Vivo/Divulgação

Durante o Encontro Futuro Vivo, também foi anunciado um novo compromisso ambiental da empresa pela biodiversidade na Amazônia, a Floresta Futuro Vivo. Pelos próximos 30 anos, a empresa fará a regeneração e proteção de cerca de 800 hectares na Amazônia, entre o oeste do Maranhão e o leste do Pará.

Em parceria com a re.green, especialista na regeneração em escala, fará o plantio de mais de 900 mil árvores, de 30 espécies nativas no Mosaico Gurupi–Turiaçu, entre os estados do Pará e Maranhão, em uma das regiões mais desmatadas do bioma. O objetivo da iniciativa é promover a biodiversidade com a conservação de espécies ameaçadas, além de contribuir para a conexão de fragmentos florestais que permitem o deslocamento da fauna e a continuidade dos processos ecológicos.

Em sua jornada pelo meio ambiente, a Vivo tem o objetivo de se tornar uma empresa “net zero” até 2035, cinco anos antes do previsto. Para isso, trabalha ativamente com seus fornecedores mais intensivos em carbono e já tem 87% deles engajados em ações pelo clima. A meta é que 90% tenham metas baseadas na ciência até 2031.

Em circularidade, a empresa pretende ampliar em 150% o volume de resíduo eletrônico reciclado no acumulado, chegando a 225 toneladas no período entre 2024 e 2035.

Coleta de resíduos eletrônicos

A Vivo realiza a coleta de resíduos eletrônicos em 1.800 lojas espalhadas pelo país e em grande parte dos eventos patrocinados pela marca. Somente no Espírito Santo, são 80 lojas à disposição dos consumidores para o descarte, sejam eles ou não clientes Vivo. Por meio do programa Vivo Recicle, desde 2006, a empresa já reciclou mais de 187 toneladas de resíduos.

Esse volume representa toneladas de materiais que deixam de contaminar o solo e a água com metais pesados e componentes tóxicos presentes em aparelhos eletrônicos descartados incorretamente. Ao disponibilizar pontos acessíveis para a população, a Vivo facilita a prática do descarte responsável e contribui para reduzir significativamente os impactos ambientais associados ao ciclo de vida de produtos eletrônicos.

A iniciativa tem, ainda, um papel educativo, ao incentivar consumidores a repensarem seus hábitos de consumo e descarte. Assim, a coleta de eletrônicos não é apenas um serviço oferecido pela empresa, mas parte de uma estratégia ampla de sustentabilidade que reforça a responsabilidade compartilhada entre empresas, governo e sociedade para minimizar danos ambientais e fortalecer práticas de consumo consciente.

Resultados já são visíveis

Vale destacar que desde o Acordo de Paris, em 2015, a Vivo reduziu em 90% as emissões próprias de gases de efeito estufa, utilizando energia elétrica 100% renovável e com maior eficiência operacional.

Segundo a operadora, as emissões que ainda não podem ser evitadas são 100% compensadas com o investimento em projetos de proteção e regeneração da Floresta Amazônica.

Além disso, a empresa também busca contribuir para a diversificação da matriz energética e, atualmente, tem 77 usinas em geração distribuída de fontes solar (71%), hídrica (21%) e de biogás (8%) em todas as regiões do Brasil.

Em economia circular, por meio do programa Vivo Recicle, já foram recolhidos cerca de 5.3 milhões de itens. Em 2024, apenas, foram 37 toneladas de eletrônicos, um crescimento exponencial de 208% frente ao ano anterior, resultado de campanhas com clientes, colaboradores e comunidades no entorno de escolas beneficiadas pela Fundação Telefônica Vivo.

Vivo

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