Publicado em 19 de novembro de 2025 às 08:00
A sustentabilidade é um objetivo em comum para empresas, órgãos públicos e sociedade civil, que juntos – cada um da sua forma – trabalham para construir um futuro melhor. No caso das empresas, existem diversas ações que podem contribuir para isso, integrando soluções que englobam todas as organizações e entidades, além da população.>
O Futuro Vivo, por exemplo, é uma iniciativa da Vivo que tem a sustentabilidade como um pilar estratégico e atua para que esse futuro seja digital, inclusivo e sustentável. Como parte desse pilar, a empresa conta com uma série de iniciativas, internas e externas, que vão desde a coleta de resíduos eletrônicos e descarbonização de suas operações, até iniciativa pela biodiversidade na Amazônia, culminando com a participação em conferências climáticas. >
A empresa, inclusive, está presente na COP 30, junto a outros players da iniciativa privada, setor público e sociedade civil, acompanhando e liderando as discussões em busca de soluções para o futuro do planeta. Pela primeira vez na história das Conferências Climáticas da ONU, a ciência planetária está no centro das negociações, com o Pavilhão da Ciência Planetária, e a Vivo está entre as apoiadoras da iniciativa.>
Neste ano de COP-30, a empresa de tecnologia, também convidou dois embaixadores da marca, o surfista Gabriel Medina e o DJ e produtor musical Alok, para ampliar a conversa com a sociedade sobre a urgência dos temas ambientais.>
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Em um comercial da empresa, Medina surfou pela primeira vez a Pororoca, na Amazônia, um fenômeno natural produzido pelo encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas.>
O objetivo era destacar a necessidade de conservação da região e demonstrar a conexão da humanidade em um único ecossistema. Já Alok, foi o embaixador no lançamento da campanha, em que a marca também lançou seu soundbranding.>
Outra iniciativa foi o Encontro Futuro Vivo, que reuniu vozes diversas e nomes consagrados para discutir de forma propositiva temas como mudanças climáticas, ancestralidade, saúde mental e do planeta e o impacto da tecnologia para um futuro mais sustentável.>
O evento contou com nomes como o cientista climático Carlos Nobre, a atriz Denise Fraga, o líder indígena Kaká Werá o neurocientista Sidarta Ribeiro, o médico e autor húngaro-canadense Gabor Maté, o cientista sueco Johan Rockström, o filósofo e ambientalista Ailton Krenak, a ativista pela tecnologia responsável Nina da Hora e o cantor Gilberto Gil.>
Na reta final deste ano chave para a sustentabilidade na Vivo, a operadora também lançou uma nova campanha: “A natureza está chamando”, ecoando o chamado da natureza frente às emergências climáticas, enquanto reforça o compromisso com a sustentabilidade, em especial com o projeto de restauração e proteção da Amazônia, bioma vital para a manutenção da vida no planeta.>
Durante o Encontro Futuro Vivo, também foi anunciado um novo compromisso ambiental da empresa pela biodiversidade na Amazônia, a Floresta Futuro Vivo. Pelos próximos 30 anos, a empresa fará a regeneração e proteção de cerca de 800 hectares na Amazônia, entre o oeste do Maranhão e o leste do Pará. >
Em parceria com a re.green, especialista na regeneração em escala, fará o plantio de mais de 900 mil árvores, de 30 espécies nativas no Mosaico Gurupi–Turiaçu, entre os estados do Pará e Maranhão, em uma das regiões mais desmatadas do bioma. O objetivo da iniciativa é promover a biodiversidade com a conservação de espécies ameaçadas, além de contribuir para a conexão de fragmentos florestais que permitem o deslocamento da fauna e a continuidade dos processos ecológicos.>
Em sua jornada pelo meio ambiente, a Vivo tem o objetivo de se tornar uma empresa “net zero” até 2035, cinco anos antes do previsto. Para isso, trabalha ativamente com seus fornecedores mais intensivos em carbono e já tem 87% deles engajados em ações pelo clima. A meta é que 90% tenham metas baseadas na ciência até 2031.>
Em circularidade, a empresa pretende ampliar em 150% o volume de resíduo eletrônico reciclado no acumulado, chegando a 225 toneladas no período entre 2024 e 2035.>
A Vivo realiza a coleta de resíduos eletrônicos em 1.800 lojas espalhadas pelo país e em grande parte dos eventos patrocinados pela marca. Somente no Espírito Santo, são 80 lojas à disposição dos consumidores para o descarte, sejam eles ou não clientes Vivo. Por meio do programa Vivo Recicle, desde 2006, a empresa já reciclou mais de 187 toneladas de resíduos. >
Esse volume representa toneladas de materiais que deixam de contaminar o solo e a água com metais pesados e componentes tóxicos presentes em aparelhos eletrônicos descartados incorretamente. Ao disponibilizar pontos acessíveis para a população, a Vivo facilita a prática do descarte responsável e contribui para reduzir significativamente os impactos ambientais associados ao ciclo de vida de produtos eletrônicos.>
A iniciativa tem, ainda, um papel educativo, ao incentivar consumidores a repensarem seus hábitos de consumo e descarte. Assim, a coleta de eletrônicos não é apenas um serviço oferecido pela empresa, mas parte de uma estratégia ampla de sustentabilidade que reforça a responsabilidade compartilhada entre empresas, governo e sociedade para minimizar danos ambientais e fortalecer práticas de consumo consciente.>
Vale destacar que desde o Acordo de Paris, em 2015, a Vivo reduziu em 90% as emissões próprias de gases de efeito estufa, utilizando energia elétrica 100% renovável e com maior eficiência operacional. >
Segundo a operadora, as emissões que ainda não podem ser evitadas são 100% compensadas com o investimento em projetos de proteção e regeneração da Floresta Amazônica.>
Além disso, a empresa também busca contribuir para a diversificação da matriz energética e, atualmente, tem 77 usinas em geração distribuída de fontes solar (71%), hídrica (21%) e de biogás (8%) em todas as regiões do Brasil.>
Em economia circular, por meio do programa Vivo Recicle, já foram recolhidos cerca de 5.3 milhões de itens. Em 2024, apenas, foram 37 toneladas de eletrônicos, um crescimento exponencial de 208% frente ao ano anterior, resultado de campanhas com clientes, colaboradores e comunidades no entorno de escolas beneficiadas pela Fundação Telefônica Vivo.>
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