A coluna perguntou ao ex-presidente regional do MDB, Lelo Coimbra, o que o partido fará então na eleição municipal de Vitória. Segundo Lelo, o MDB conversará com todos.
“André decidiu não fazer a transferência de domicílio e tem nosso respeito. Teremos agora um prazo que vai até 20 de julho, quando se iniciarão as convenções partidárias, caso não haja um adiamento das eleições, teremos muita conversa até aquela data. O MDB conversará com todos os candidatos, aliás, já tem feito isso, para tomar sua decisão ao longo desse período. Esse processo estará sob minha coordenação e da Comissão Provisória de Vitória, sob a presidência de Luzia Toledo.”
Lelo destaca o tempo de TV significativo que o MDB levará para a coligação em que ingressar, ativo muito valioso em todo processo de articulação de aliança.
André Garcia deve apoiar a candidatura de seu correligionário, o deputado estadual Hércules Silveira, a prefeito do município onde ele realmente mora: Vila Velha. Se o emedebista vencer o pleito em solo canela-verde, Garcia terá um ganho político direto: será guindado à Assembleia em janeiro de 2021, no lugar de Hércules, pois é o primeiro suplente da coligação do MDB.
No Espírito Santo, o MDB atualmente está sob o comando de uma comissão interventora instituída pela Executiva Nacional do partido.
Com isso, após o anúncio do deputado federal
Helder Salomão de que não concorrerá dessa vez, restam três petistas no páreo pela legenda do partido em Cariacica: além de André Lopes, a ex-deputada estadual
Lúcia Dornellas e a professora
Célia Tavares (apoiada por Helder).
“Vou trabalhar até o final pela unidade do partido. Independentemente de quem for o escolhido, tanto eu quanto o Helder estaremos na candidatura do PT em Cariacica”, afirma Lopes.
Dudé atualmente é assessor de gabinete do vereador André Lopes.
A
Rede Sustentabilidade lançou um pré-candidato a prefeito de Vila Velha. É
Rafael Primo, um jovem gestor da iniciativa privada, que vem com o apoio do prefeito da Serra,
Audifax Barcelos, e do senador
Fabiano Contarato.
O presidente da
Câmara de Vitória, Cleber Felix (DEM), protocolou projeto de lei que autoriza a distribuição imediata, em caráter excepcional, aos pais ou responsáveis pelas crianças matriculadas nas unidades da rede de ensino municipal, de um “kit alimentação”, em substituição à merenda escolar, enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pelo prefeito
Luciano Rezende (Cidadania) em função da pandemia do novo
coronavírus.
A propósito, vai aqui um registro tardio, mas necessário (até porque registramos a cobrança): o presidente Cleber Felix devolveu quase R$ 1 milhão ao caixa do Executivo municipal, valor que sobrou do orçamento da Câmara de Vitória no ano passado. O dinheiro pode ser redirecionado a ações de combate à pandemia do coronavírus.
Resumo: no último trimestre de 2019, achando que o dinheiro ia faltar, Clebinho chegou a pedir ao prefeito Luciano Rezende um repasse extra de cerca de R$ 2 milhões para a Câmara; a prefeitura atendeu em parte, com cerca de R$ 800 mil; o dinheiro acabou sobrando, a Câmara pôde dizer que economizou e, agora, devolve a sobra para a prefeitura.
A devolução é uma boa ação, que merece reconhecimento. Mas também é preciso reconhecer que a confusão do fim do ano passado revelou uma grande falha de gestão orçamentária por parte da direção da Câmara.