Todos os dias vemos gatinhos fofos passar por nossa timeline nas redes sociais. É impossível deixar de curtir as cenas, muitas vezes, engraçadíssimas, né? De repente, esses serzinhos deliciosos começam a conquistar seu coração e quando você percebe já está querendo levar um bichano para casa. E é aí que mora o perigo.
Adotar ou comprar um gatinho exige, acima de tudo, responsabilidade. Afinal, trata-se de um ser vivo que vai depender de você para sempre, principalmente quando ficar idoso. Por isso, na hora da empolgação, é bom refletir. Será que está preparado para ser “pai” ou “mãe” de um “filho de quatro patas”? Será que terá tempo e recursos necessário para cuidar dele e prover todas as suas necessidades? Trabalha fora o dia todo? Costuma viajar muito?
Esses e outros questionamentos devem ser levados em conta antes de se aventurar a levar o bichano para dentro de casa. O que não pode, é levá-lo para casa e na primeira dificuldade, simplesmente devolvê-lo ou abandoná-lo. Ele sofre, e muito, acredite.
Uma coisa é certa, se esse sentimento de responsabilidade te invadir e a decisão for comprar ou adotar (no caso, a segunda opção é sempre melhor) um gatinho, pode apostar que ganhará um companheiro para todas as horas, pronto para ser amado e te amar incondicionalmente.
Mas lembre-se: um dia o “seu filho de quatro patas” ficará idoso e necessitará de cuidado redobrado. E esse processo de envelhecimento traz paralelamente diversas mudanças fisiológicas e de comportamento que precisam ser compreendidas pelos tutores e, mais ainda, atendidas, procurando proporcionar, dentro do possível, qualidade de vida e bem-estar para esse felino sênior.
Levando-se em consideração que um dia seu bichano vai envelhecer, o médico-veterinário Alexandre Daniel, especialista em medicina felina, da Avert Saúde Animal, separou cinco dicas importantes para quem pensa em ter um bichano, mas não tem a mínima ideia de como fazer para que esse envelhecimento chegue, sim, mas de forma saudável.