Helder, por sua vez, estagnou.
Tinha 11% em julho e tem 10%.
Ficar parado, neste caso, é uma notícia negativa. O petista não largou na dianteira nem entre os favoritos.
Precisaria crescer para mostrar que tem viabilidade ou chances reais de ir para o segundo turno. Até agora, não é o caso.
SEGUNDO TURNO
O mais provável, de acordo com os dados da Quaest, é que a eleição seja decidida em dois turnos e que a segunda etapa do pleito seja disputada entre Ricardo e Pazolini.
Hoje, Ricardo venceria o ex-prefeito no segundo turno por 45% a 35%.
Mais uma boa notícia para o emedebista.
APOIO DO PL NÃO AUMENTOU REJEIÇÃO DE PAZOLINI
Mas há mais um ponto positivo para Pazolini ou ao menos a ausência de um ponto negativo.
A pesquisa de julho foi às ruas poucos dias antes de Pazolini fazer a declaração pró-Flávio.
O levantamento atual é o primeiro a captar o impacto desse apoio e da coligação com o PL.
E a rejeição a Pazolini não aumentou significativamente.
PARA ALÉM DOS NÚMEROS
Pesquisa é uma foto do momento, não uma previsão do futuro. De forma que nada garante que no dia 4 de outubro o resultado das urnas vai ser igual ao que a Quaest mostra nesta quinta.
A campanha é curta. Faltam 38 dias para a hora da verdade.
O movimento de redução da desvantagem de Pazolini para Ricardo é relevante para o ex-prefeito. Mas não vai ser suficiente se não for ampliado.
O governador está no poder, tem a máquina na mão e o apoio da maioria dos prefeitos e lideranças políticas do interior e da Grande Vitória.
Pazolini tem o recall e a vitrine da Prefeitura de Vitória.
Ricardo prefere não entrar em "brigalhada ideológica". O ex-prefeito abraçou o bolsonarismo.
Em breve, saberemos quem adotou a melhor estratégia.