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Eleições 2022

O Espírito Santo que Bolsonaro deve encontrar em visita ao estado

De acordo com o deputado Evair de Melo (PP), presidente vai fazer uma visita em terras capixabas nos dias 27 e 28 de maio

Publicado em 11 de Maio de 2022 às 13:15

Públicado em 

11 mai 2022 às 13:15
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

O presidente Jair Bolsonaro visita o Espírito Santo
O presidente Jair Bolsonaro em visita ao Espírito Santo em junho de 2021 Crédito: Vitor Jubini
De acordo com o deputado federal Evair de Melo (PP), um dos vice-líderes do governo na Câmara, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), vem ao Espírito Santo nos dias 27 e 28 de maio.
Por aqui, ele vai encontrar seguidores e fãs, entre os quais, certamente, alguns dos que estiveram na mais recente manifestação bolsonarista que atravessou a Terceira Ponte. Três mil pessoas participaram do ato, de acordo com a Polícia Militar, no dia 1º de maio.
O Espírito Santo é majoritariamente conservador. Em 2018, se dependesse apenas dos eleitores do estado, Bolsonaro teria sido eleito ainda no primeiro turno, com 54,7% dos votos. No segundo turno, o então candidato recebeu aqui 63% dos votos. No país foram 57,7%.
A militância do presidente é estridente, faz-se presente nas redes sociais e, por vezes, nas ruas. Mas para medir a preferência do eleitorado não se ouve apenas os menos discretos.
É o ex-presidente Lula (PT) quem lidera a corrida pela Presidência da República no Espírito Santo, com 45% das intenções estimuladas de voto, contra 32% do atual presidente.
Pesquisas realizadas no país, não somente no estado, mostram que a diferença entre Lula, que segue na frente, e Bolsonaro tem diminuído.
Pode ser que o presidente cresça por aqui, como efeito dos esforços pela reeleição que empreende usando a máquina pública – como fazem dez entre dez dos políticos que tentam se reeleger.
Mas o fato é que o Espírito Santo de agora não é igual ao de 2018. Assim como os demais brasileiros, os capixabas sofrem com a inflação e a falta de perspectivas de melhora.
É imaginável que o presidente seja recebido por apoiadores ruidosos, em número não desprezível, como ocorreu em junho de 2021, mas eles não representam a totalidade da população.
Ao menos nas redes sociais, parte dos eleitores daqui deixa-se levar pela briga ideológica e tópicos quixotescos que desviam a atenção dos problemas reais.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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