Segundo a
Sejus, cada presidiário consegue fabricar até 100 máscaras por dia, possibilitando que se produzam 7,8 mil unidades diariamente com essas máquinas de costura.
A demanda do Estado é de 298 mil máscaras descartáveis por mês para esses profissionais. Com essa doação, a meta será atingida com as outras máquinas que já estão sendo utilizadas pelos detentos para fabricar o equipamento de proteção individual.
As máscaras serão disponibilizadas para inspetores penitenciários, agentes socioeducativos, policiais militares e bombeiros.
Duas fábricas da Sejus que produziam uniformes para o sistema prisional estão agora confeccionando máscaras de proteção para o período de emergência causado pela pandemia.
As máscaras em tecido, recomendadas para pessoas não infectadas, estão sendo confeccionadas no Centro Prisional Feminino de
Colatina (CPFCOL) e no Centro de Detenção Provisória de Aracruz (CDPA).
Em Aracruz, segundo a Sejus, as cerca de 5 mil peças que estão sendo fabricadas serão distribuídas entre os servidores da unidade, instituições e asilos do município.