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Leonel Ximenes

E o ES acaba de perder (ele não morreu) mais um comunista…

Ex-prefeito diz que o governador Casagrande (PSB) "ficou de ajudar" na escolha do seu novo partido

Públicado em 

03 dez 2023 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Neto Barros se licenciou da Prefeitura de Baixo Guandu para participar, em Moscou, em novembro de 2017, das comemorações do centenário da Revolução Russa
Neto Barros se licenciou da Prefeitura de Baixo Guandu para participar, em Moscou, em novembro de 2017, das comemorações do centenário da Revolução Russa Crédito: Divulgação
Marx não vai curtir… O homem que pregou o “proletários de todo o mundo, uni-vos!” certamente não vai gostar de saber que o camarada Neto Barros, ex-prefeito de Baixo Guandu por dois mandatos, acaba de se desfiliar do PCdoB. Um desfalque e tanto nas fileiras comunistas capixabas.
Barros admite que o sentimento anticomunista cultivado em parte da sociedade foi fator determinante para que ele abandonasse as fileiras do PCdoB, partido ao qual estava filiado desde 2009. “Sentia que o preconceito arraigado na população pesava mais do que a experiência, os bons resultados e o currículo”, constata.
Entretanto o futuro partidário de Neto Barros, que já está em contagem regressiva para disputar a Prefeitura de Baixo Guandu mais uma vez, em 2024, ainda não está definido. “Tenho conversado com o governador Casagrande (PSB) a respeito, e ele ficou de ajudar na escolha do novo partido”, diz o ex-prefeito, que atualmente é subsecretário estadual de Ciência e Tecnologia.
Barros afirma que a sua decisão de sair das fileiras comunistas, que começou a ser discutida em janeiro, foi estratégica e bem recebida: “Resolvi ressignificar a vida e fazer um movimento de amplitude política. Me desliguei do PCdoB. Deu muito certo. Minha base em Baixo Guandu, que me cobrava muito isso, está contente e tenho recebido muitos convites de vários matizes”.
Certamente essa decisão de sair do PCdoB deve ter custado muito ao ex-prefeito. Neto Barros era tão orgulhoso de ser comunista que, em novembro de 2017, ele se licenciou do cargo em Baixo Guandu para participar, na gelada Moscou, das comemorações do centenário da Revolução Russa.
Lênin, na época, curtiu.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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