Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Leonel Ximenes

Depois do acidente aéreo, Rizk promete "rezar de joelhos” em Fátima

Presidente da OAB-ES, que escapou ileso de um pouso forçado do avião, afirmou que vai agradecer pela sua vida em Portugal

Publicado em 14 de Julho de 2024 às 03:11

Públicado em 

14 jul 2024 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Rizk acende uma vela no Santuário de Fátima, em Portugal
Rizk acende uma vela no Santuário de Fátima, em Portugal Crédito: Divulgação
“Quero voltar a Fátima para agradecer de joelhos.” É com este sentimento de intensa gratidão e espiritualidade que o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-ES), José Carlos Rizk, pretende agradecer pela vida após sofrer um acidente com um pequeno avião, no final da tarde de quarta-feira (10), na Praia de Itaipuaçu, em Maricá (RJ).
E por que voltar? É que Rizk esteve em Portugal, recentemente, para participar de um fórum jurídico promovido pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em Lisboa, e aproveitou para visitar o santuário mariano na cidade de Fátima.
“Fui a Fátima na semana retrasada agradecer e vi algumas pessoas caminhando de joelhos por lá. Pretendo também fazer o mesmo além de acender uma vela”, diz o presidente da seccional capixaba da Ordem dos Advogados do Brasil, que escapou ileso do avião que teve que fazer um pouso forçado no litoral fluminense.
No santuário dedicado à Nossa Senhora de Fátima, Rizk afirma que se comoveu ao presenciar algumas cenas de devoção e fé: “Fiquei impactado com as pessoas andando de joelho. Agradeci bastante a Deus por tudo na minha vida. Somente agradeci”.
Apesar dos momentos dramáticos, Rizk, de volta ao convívio com a família em Vitória, se mostra mais aliviado. Fanático pelo velho Fusca e dono de um modelo antigo e bem preservado, ele chega a brincar com a situação. “O pior que lá em cima eu me senti num Fusca voador. O problema é que quando morre o motor do avião, não tem acostamento - o negócio é ir para a praia mesmo.”
E arremata: “Me preparei para subir aos céus. Mas não foi agora”.
Pra que pressa, né, Rizk?

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Livro conta a história dos bairros de Vila Velha desde o século XVI
Carteira de trabalho digital
A nova picanha do Lula
Polo Cricaré, da Seacrest Petróleo, no Norte do ES
O marasmo que virou a produção de petróleo no Norte do Espírito Santo

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados