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Leonel Ximenes

Contarato sobre Lula candidato em 2022: “Bolsonaro não vencerá de WO”

Senador capixaba considera correta a decisão do ministro Fachin de anular as condenações do petista na Lava Jato

Publicado em 08 de Março de 2021 às 19:43

Públicado em 

08 mar 2021 às 19:43
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Contarato:
Contarato: "A corrupção já não definirá a disputa presidencial em 2022" Crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado
senador Fabiano Contarato (Rede-ES) considerou “juridicamente defensável” a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou as condenações do ex-presidente Lula na Operação Lava Jato, o que permitirá ao petista disputar a eleição presidencial no ano que vem.
“A decisão é juridicamente defensável embora seja mais um sintoma de morosidade e tumulto judicial. Seria desejável que questões sobre competência do juízo fossem decididas mais prematuramente, para evitar prejuízo ao réu e à própria acusação, além certo descrédito à Justiça”, destaca o parlamentar.
Opositor ativo de Jair Bolsonaro (sem partido), o senador capixaba avalia que o presidente da República terá um adversário à altura no seu caminho à reeleição: “Caiu um meteoro em Brasília e 2022 caminha para certa definição do segundo turno, mantidas as condições atuais”, projeta.
Para Contarato, agora Bolsonaro terá que mudar seu discurso na campanha eleitoral: “Ele não poderá se escudar atrás de uma série de fatores que o beneficiaram, dentre as quais a comoção com a facada, a falsa pinta de ‘outsider’ e de cavalheiro do cruzadismo anticorrupção e mesmo a vitória por W.O. com o impedimento do seu principal oponente e então primeiro colocado nas pesquisas”.
A decisão do relator da Lava Jato no STF também vai permitir o confronto entre os governos de Lula e Bolsonaro, na eleição presidencial de 2002, aposta o senador da oposição. “O contraste, creio eu, não será mais entre antipetismo e renovação, mas entre legados de dois presidentes. E o do governo Bolsonaro cheira a uma crise econômica sem precedentes, empobrecimento generalizado e milhares de cadáveres da Covid-19”.
E em relação ao legado do ex-presidente petista, o eleitor, para Contarato, terá uma visão ambígua: “O governo Lula tende a ser rememorado como um governo de prosperidade, ainda que sob a mácula da corrupção. A corrupção já não definirá a disputa, pois ronda a ambos: será a capacidade de vender um futuro melhor aos brasileiros em profundo desencanto que pesará em 2022”.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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