Este sábado, 29 de agosto, será marcado por um acontecimento histórico para o combalido futebol capixaba: após 30 anos, a cidade de Guaçuí voltará a sediar uma partida de futebol profissional. O jogo, válido pelas última rodada da primeira fase da Série B do Capixabão, será entre Rive e Pinheiros, às 16h, no Estádio Municipal Dr. Francisco Lacerda de Aguiar.
Curiosamente, o mandante de campo, o Rive, é de Alegre, cidade vizinha de Guaçuí, na região do Caparaó capixaba.
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Mas o Rive parece que não está conformado em mandar seus jogos em estádios alheios. O clube alegrense, que vinha fazendo todos os seus compromissos no Estádio Arsílio Caiado Ferreira, do rival Comercial de Alegre, se prepara para retornar ao seu estádio próprio, na Arena Rive, com capacidade para 2 mil pessoas.
Com 99 anos de história, sediado no distrito de Rive, nome herdado da estação ferroviária denominada em homenagem ao engenheiro britânico Carlos Bloomer Reeve, responsável pela implantação da Estrada de Ferro Sul do Espírito Santo (mais tarde, The Leopoldina Railway Company) no século XIX, o time passou toda a sua história vinculado ao amadorismo.
Nos últimos três anos, o Rive havia sido campeão sulino no campeonato pela Liga Desportiva de Cachoeiro de Itapemirim (LDCI) e passou três anos invicto. Na Série B do Capixabão, até agora, só perdeu para o Estrela na primeira rodada.
O Rive conseguiu disputar a Série B ao comprar o registro original do Espírito Santo e que havia sido adquirido por empresários, que trocaram o nome para Gálatas Esporte Clube para a disputa fracassada da Série B de 2025.
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