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Fundo Soberano do ES: aporte de fundos privados em startups surpreende

Investidores particulares colocaram quase o mesmo volume de recursos injetado pelo fundo criado pelo governo estadual nas primeiras startups escolhidas

Publicado em 17/06/2022 às 04h30
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Crédito: Carlos Alberto

Surpreendeu positivamente a entrada de capital privado nas primeiras startups selecionadas para receber recursos do Fundo Soberano do Estado. A TM3 Capital, gestora do Fundo de Investimento em Participação Funses 01 (que utiliza dinheiro do Fundo Soberano), assinou contrato com as três primeiras empresas para investimento direto e fará um aporte de R$ 20 milhões. Os coinvestidores, todos privados, entraram com mais R$ 17,5 milhões.

O coinvestimento é basicamente montar um grupo de investidores, geralmente com um investidor líder, para um aporte em conjunto. Trata-se de uma prática comum em diversos setores e que ganhou muita força dentro do mercado de startups.

"Também estão entrando, é muito importante para dar impulso, afinal, tem um efeito multiplicador. O número é bastante relevante, são R$ 17,5 milhões, quase o dobro do aportado pelo Funses. Nos deixou bastante satisfeitos", assinalou Felipe Marcondes, Head de Venture Capital da TM3.

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