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Coluna Abdo Filho

Complexos logísticos: oferta mais que dobra e vacância segue baixa no ES

O Espírito Santo deve, muito em breve, ultrapassar Pernambuco e tornar-se o quarto maior mercado de galpões logísticos do Brasil

Públicado em 

11 abr 2026 às 03:00
Abdo Filho

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Abdo Filho

Complexo Logístico Grande Vitória, em Viana, que pertence à 7Log
Complexo Logístico Grande Vitória, em Viana, que pertence à 7Log Crédito: Divulgação/7Log
De 2023 para cá, a oferta de área em galpões logísticos de alto padrão cresceu 141% no Espírito Santo (destacadamente na Grande Vitória): de 580 mil metros quadrados para 1,4 milhão de m². Apesar do forte avanço, o espaço vago, a chamada vacância, está entre 3,8% e 4%, abaixo dos 6,43% de média nacional. Os dados referem-se ao primeiro bimestre de 2026 e são da capixaba AEX Inteligência Construtiva.
Diante de dados tão interessantes, os investimentos em novas áreas logísticas seguem acelerados no Estado. O mesmo levantamento aponta para 685 mil metros quadrados de novos empreendimentos em construção. Um aporte total que se aproxima de R$ 2 bilhões. Assim, o Espírito Santo deve, muito em breve, ultrapassar Pernambuco e tornar-se o quarto maior mercado logístico do Brasil. Os pernambucanos têm 2,1 milhões de m² em galpões classe A, mas a vacância está em 11%, portanto, a expectativa é de um volume menor de investimentos.
O fim dos benefícios fiscais, fundamentais para a alavancagem desse negócio no Espírito Santo, marcado para 2032, preocupa todo o segmento, mas há mudanças relevantes no horizonte que fazem o vento ficar mais favorável: avanço forte do e-commerce (principal vetor de absorção de áreas), fortes investimentos em portos e boa localização (o Espírito Santo tem tudo para atender o corredor Sudeste/Nordeste e exportação).

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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