Estudos apontam que um investimento de R$ 500 milhões seria suficiente para mudar esta realidade. Uma costura está sendo feita para que o setor privado (empresas ou alguma instituição ligada ao setor produtivo) contrate uma consultoria de renome no mercado para fazer o projeto da nova estrutura partindo de três condições básicas: contornar as terras indígenas, retificar o traçado e ampliar a capacidade operacional. Feito isso, o trabalho será levado para a Vale, que é a concessionária responsável pelo trecho.
"Estamos trabalhando para que a Ferrovia Centro Atlântica, que está passando por um processo de renovação de contrato, traga mais cargas do Brasil Central para os portos do Espírito Santo utilizando os trilhos da Vitória-Minas, mas temos um dever de casa que precisa ser feito, que é o Ramal Piraqueaçu. A ideia para agilizar o processo passa pela contratação do projeto básico do ramal. Com o projeto em mãos, irei até a Vale para conversar. Não é algo caro e o retorno em termos de eficiência seria enorme", explicou o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço.