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Educação

Sisu do 2º semestre é adiado e Weintraub anuncia inscrições em julho

O anúncio foi realizado nesta terça-feira (16) pelas redes sociais do ministro da Educação, Abraham Weintraub. Segundo ministro 51 mil vagas já estão disponíveis

Publicado em 16 de Junho de 2020 às 17:52

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 jun 2020 às 17:52
Abraham Weintraub
Abraham Weintraub Crédito: Marcos Correa/PR
ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou nesta terça-feira (16) pelas redes sociais o adiamento da abertura das inscrições do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) do segundo semestre deste ano. Previsto anteriormente para esta terça, o sistema será aberto somente entre 7 e 10 de julho, segundo Weintraub.
O Sisu reúne as vagas de instituições públicas de ensino superior que adotam as notas do Enem para selecionar seus alunos. A principal edição do Sisu ocorre no início do ano, quando há oferta de vagas maior –nem todas as universidades recebem alunos no segundo semestre.
O fechamento de escolas e universidades por causa da pandemia de coronavírus tem levado instituições a reavaliar a abertura de processo seletivo neste segundo semestre. No meio do ano passado, o sistema ofereceu 58 mil vagas.
De acordo com o ministro, já há a disponibilização de 51 mil vagas. Weintraub também escreveu que haverá oferta de vagas em cursos a distância pelo Sisu, o que não ocorria até agora.
O edital que oficializa as inscrições ainda não foi publicado no Diário Oficial.
"As inscrições para o Sisu do segundo semestre vão de 7 a 10 de julho. O edital será publicado nos próximos dias no Diário Oficial da União. Até o momento, as instituições públicas já disponibilizaram 51 mil vagas (nº pode subir). Novidade: haverá oferta em cursos a distância", escreveu Weintraub nesta terça-feira.
O anúncio do ministro ocorre em meio a discussões sobre a saída de Weintraub do MEC. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) avalia uma saída honrosa para o ministro, cujo perfil beligerante tem provocado crises, sobretudo com o STF (Supremo Tribunal Federal), mas agrada a militância mais fiel ao presidente.

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