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Randolfe afirma que Queiroga procurou proteger Bolsonaro na CPI da Covid

O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), avalia que a participação do ministro Queiroga na comissão ocorreu sob "sério constrangimento"

Publicado em 08/06/2021 às 19h25
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e o presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM).
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Crédito: Jefferson Rudy/ Agência Senado

O líder da Oposição no Senado e vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), avalia que a participação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na comissão ocorreu sob "sério constrangimento" nesta terça-feira, 8. Segundo o senador, Queiroga utilizou-se de todos os meios para proteger o presidente da República. "Lamentavelmente não existe autonomia no Ministério da Saúde", completou.

Para Randolfe, o ministro, nesta terça-feira (8), esteve "sob maior pressão e mais irritado". "Rogo a Deus para que ele fique mais um tempo no Ministério da Saúde. Pelo menos ele não é negacionista, mas pela segunda vez que vi o ministro, mais convencido estou de que não existia um gabinete paralelo, mas sim existe um gabinete paralelo", afirmou o senador.

"Em alguns momentos esse constrangimento o faz incorrer em atos falhos, como foi o caso, ao ver as imagens dos atos antissanitários do presidente da República, de declarar que 'as imagens falam por si só'", afirmou Randolfe.

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