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Em São Paulo

Polícia prende 3° suspeito de envolvimento na morte da professora Fernanda Bonin

Além de João Paulo Buorquim, preso na quinta (8), e da ex-companheira da professora, Fernanda Fazio, 45, que se entregou na sexta-feira (9), já haviam sido pedidas as prisões de Rosemberg Joaquim de Santana e Ivo Resende dos Santos

Publicado em 12 de Maio de 2025 às 09:03

Agência FolhaPress

Publicado em 

12 mai 2025 às 09:03
A professora de matemática Fernanda Reinecke Bonin, 42, encontrada morta em terreno baldio
A professora de matemática Fernanda Reinecke Bonin, 42, encontrada morta em terreno baldio Crédito: Reprodução/TV Globo
Policiais militares prenderam o terceiro suspeito de envolvimento no assassinato da professora Fernanda Bonin, encontrada morta em um terreno baldio em abril na cidade de São Paulo. A prisão ocorreu na manhã deste domingo (11) na Pedreira, na zona sul da capital paulista, segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública) de São Paulo. O homem, que tem 54 anos, não teve a identidade revelada pela pasta.
De acordo com a secretaria, os PMs chegaram ao suspeito após receberem uma denúncia anônima.
Após a detenção, o homem foi levado para a sede do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa). Ao todo, a polícia investiga a participação de cinco pessoas no crime. Além de João Paulo Buorquim, preso na quinta (8), e da ex-companheira da professora, Fernanda Fazio, 45, que se entregou na sexta-feira (9), já haviam sido pedidas as prisões de Rosemberg Joaquim de Santana e Ivo Resende dos Santos.
Todos têm passagens pela polícia - no caso de Buorquim e Santana, por homicídio, entre outros. Ainda não se sabe quem foi o autor direto do assassinato da professora. A reportagem não conseguiu contato da defesa dos investigados.

Relembre o caso

Na tarde do dia 27, de acordo com o boletim de ocorrência, Fazio alegou que teve problemas na marcha do carro e, por isso, teria pedido ajuda a Bonin, que saiu de casa sozinha. Passados 30 minutos, ela não chegou ao local combinado. A marcha do carro da veterinária voltou a engatar e ela foi até o condomínio da professora, mas o porteiro não soube dar informações se ela tinha saído ou não. Conforme a polícia, laudo pericial confirmou que o carro não estava quebrado.
No dia seguinte, como Bonin não apareceu no trabalho, a veterinária acionou a Polícia Militar e passou a procurá-la em hospitais. A polícia investiga o crime como feminicídio, pela suspeita de ter sido um caso passional, segundo a direção do DHPP. As duas, conforme a polícia, estavam separadas havia cerca de um ano.
O corpo de Bonin foi localizado no dia 28 de abril, com um cadarço enrolado no pescoço, na avenida João Paulo da Silva, na Vila da Paz.
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