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PF pericia local onde Genivaldo morreu asfixiado com gás em carro da PRF

Um drone sobrevoou o local para registro de imagens aéreas e um equipamento realizou o escaneamento por via terrestre

Tempo de leitura: 2min
Publicado em 28/05/2022 às 16h38

Três dias após a abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que culminou na morte de Genivaldo de Jesus Santos, a Polícia Federal isolou, na manhã deste sábado, dia 28, um trecho da BR-101 no município de Umbaúba, na região sul de Sergipe, para captação de imagens aéreas e terrestres. O objetivo é coletar material para subsidiar os laudos da investigação, que tem prazo de 30 dias.

A ação foi realizada por peritos da Polícia Federal e contou com o apoio de integrantes do Grupo de Pronta Intervenção da corporação, além de policiais militares. Um drone sobrevoou o local para registro de imagens aéreas e um equipamento realizou o escaneamento por via terrestre. A equipe da PF chegou ao local por volta das 9h30 deste sábado.

Genivaldo morreu após ser colocado no carro da PF junto com gás
Genivaldo morreu após ser colocado no carro da PF junto com gás. Crédito: Redes Sociais/Reprodução

"No momento, (o objetivo) é tão somente coletar essas imagens para servir aos laudos, por exemplo, do local de crime, da dinâmica dos fatos, o que aconteceu aqui, porque a gente não estava presente para poder fazer através das imagens que coletamos, dos vídeos que pegamos com populares", afirmou o delegado da Polícia Federal Fredson Vidal, que preside as investigações.

De acordo com Vidal, a perícia no carro de polícia usado na abordagem da PRF indicou, preliminarmente, "vestígios que apontam substâncias químicas compatíveis com os artefatos utilizados pelos policiais". O delegado afirmou que a PRF entregou para serem testados, no dia seguinte à morte de Genivaldo de Jesus Santos, o material deflagrado no carro - uma granada fumígena de gás lacrimogênio - e outras quatro unidades.

Após instauração do inquérito da PF, policiais foram enviados a Umbaúba para realizar diligências, como levantamento de testemunhas, solicitação de prontuário médico e coleta de vídeos, informou Vidal. Na próxima semana, já a partir da segunda-feira, 30, devem começar as oitivas das testemunhas.

Genivaldo morreu após ser colocado no carro da PF junto com gás
Genivaldo tinha problemas mentais, segundo a família. Crédito: Acervo pessoal

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