Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Pensar em matar não é crime, diz Flávio Bolsonaro sobre plano contra Lula e Moraes
Plano de execução

Pensar em matar não é crime, diz Flávio Bolsonaro sobre plano contra Lula e Moraes

"Por mais que seja repugnante pensar em matar alguém, isso não é crime", disse Flávio; segundo o senador, para que haja uma tentativa de homicídio é "preciso que sua execução seja interrompida por alguma situação alheia à vontade dos agentes"

Publicado em 19 de Novembro de 2024 às 15:00

Agência FolhaPress

Publicado em 

19 nov 2024 às 15:00
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou a operação da Polícia Federal desta terça-feira (19) que investiga o suposto envolvimento de agentes militares em um plano de execução do presidente Lula (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do STF Alexandre de Moraes.
Senador Flávio Bolsonaro
 Flávio Bolsonaro disse que "pensar em matar alguém (...) não é crime" Crédito: Leopoldo Silva/Agência Senado
"Por mais que seja repugnante pensar em matar alguém, isso não é crime", disse Flávio. Segundo o senador, para que haja uma tentativa de homicídio é "preciso que sua execução seja interrompida por alguma situação alheia à vontade dos agentes" o que, de acordo com ele, não "parece" ter ocorrido.
O parlamentar classificou decisões judiciais "sem amparo legal" como repugnantes e antidemocráticas. Flávio citou um projeto de lei que criminaliza "ato preparatório" de crimes de lesões ou mortes que envolvam três ou mais pessoas. As declarações foram feitas no X (ex-Twitter). Seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não se pronunciou a respeito da operação da PF.
A PF prendeu quatro militares das Forças Especiais e um policial federal. Eles teriam elaborado um plano para executar Lula e Alckmin em dezembro de 2022, após a vitória da chapa nas eleições daquele ano. Os supostos golpistas cogitaram usar veneno e explosivos, segundo a instituição. O ministro do STF Alexandre de Moraes também era alvo de monitoramento.
Um dos agentes presos fez a segurança de Lula após ele ser eleito e antes da posse, em 2022. O policial federal Wladimir Matos Soares passava informações sobre a rotina do petista a pessoas próximas ao ex-presidente Bolsonaro, de acordo com a investigação.
O plano denominado "Punhal verde amarelo" foi impresso pelo general Mario Fernandes. Fernandes foi assessor do deputado federal Eduardo Pazuello (PL-RJ), ex-ministro da Saúde de Bolsonaro. Segundo a Polícia Federal, o documento foi impresso no Palácio do Planalto, após a derrota do ex-presidente.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Marcelo Júnior Dias Fanticelli, de 19 anos, foi preso após perseguição policial em Vila Velha
Motociclista finge convulsão e aperta partes íntimas de PM ao tentar fugir em Vila Velha
Oscar Schmidt lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral
Famosos lamentam morte de Oscar Schmidt aos 68 anos
Oscar Schmidt lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral
Quando a cirurgia de tumor cerebral é indicada? Entenda o caso de Oscar Schmidt

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados