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Maia diz esperar que Educação fique melhor e evita comentar prisão de Queiroz

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que espero que o país possa ter alguém comprometido no Ministério da Educação com o futuro

Publicado em 18/06/2020 às 17h27
Atualizado em 18/06/2020 às 17h27
Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, em meio à pandemia do coronavírus
Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, em meio à pandemia do coronavírus. Crédito: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira (18) que espera que o Ministério da Educação (MEC) possa ficar melhor com a saída do ministro Abraham Weintraub.

"Estava muito ruim", afirmou. "Todo mundo sabe minha posição. Não adianta ficar aqui reafirmando; acho que não é isso que vai melhorar diálogo com o MEC. Espero que possamos ter alguém comprometido no Ministério da Educação com futuro das nossas crianças", disse.

Perguntado sobre nota do MEC que fala sobre a Câmara não ter aprovado Medida Provisória (MP) que previa a criação da carteira de identificação estudantil digital, Maia afirmou que não responderá a Weintraub. "Vou responder ao próximo."

PRISÃO DE QUEIROZ 

Maia evitou comentar a prisão do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Fabrício Queiroz. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira, 18, disse que esse "não é assunto da política" e que não tem nenhum comentário sobre o assunto.

"Acho que esse assunto não cabe, não devo comentar esse assunto. Vamos tratar da política, das medidas provisórias, da saída do Weintraub (...) Esses outros assuntos não cabe a meu papel falar sobre isso", disse.

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