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12 mandados de busca e apreensão

Irmã de ministro de Lula é alvo de operação da PF sobre desvios de verbas

Polícia Federal chegou a pedir buscas contra Juscelino Filho (União Brasil), mas Barroso negou; valores desviados da Codevasf têm origem em emendas do ministro das Comunicações

Publicado em 01 de Setembro de 2023 às 09:29

Agência FolhaPress

Publicado em 

01 set 2023 às 09:29
BRASÍLIA - A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta (1º) mandados de busca e apreensão em uma investigação que mira o ministro da Comunicações do governo LulaJuscelino Filho (União Brasil-MA).
A PF chegou a pedir buscas contra Juscelino, mas Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a solicitação.
Um dos alvos de busca é Luanna Resende, irmã de Juscelino, e prefeita de Vitorino Freire, no Maranhão. Ela também foi afastada do cargo por decisão de Barroso.
Presidente Lula com Juscelino Filho, ministro das Comunicaçoes e irmã Luanna Martins Bringel Rezende Alves, irmã do ministro
Lula com Juscelino Filho, ministro das Comunicaçoes, e Luanna Martins Bringel Rezende Alves, irmã do ministro Crédito: Ricardo Stuckert/Divulgaçao e Reprodução/Facebook
A investigação mira obras da construtora Construservice contratadas pela Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e bancadas com dinheiro de emendas parlamentares, algumas delas enviadas por Juscelino Filho.
A operação foi batizada de Benesse e, segundo a PF, mira a desarticulação de uma organização criminosa estruturada para "promover fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, envolvendo verbas federais" da Codevasf.
São cumpridos 12 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Luís, Vitorino Freire e Bacabal, todos no Maranhão. A investigação, iniciada em 2021, teve a sua primeira fase deflagrada em julho de 2022 e a segunda em outubro do ano passado.
A fase atual, segundo a PF, "alcança o núcleo público da organização criminosa, após se rastrear a indicação e o desvio de emendas parlamentares destinadas à pavimentação asfáltica de um município maranhense".
Se confirmadas as suspeitas, segue a nota da Polícia Federal, "os investigados poderão responder por fraude a licitação, lavagem de capitais, organização criminosa, peculato, corrupção ativa e corrupção passiva".
Um dos principais alvo da investigação é o empresário Eduardo José Barros Costa, sócio oculto da Construservice. Ele foi preso nas primeiras fases da investigação.
As informações coletadas nas primeiras fases aponta que a polícia avalia que Costa tinha fácil acesso à cúpula da estatal. Também suspeita que as licitações da companhia podem ser apenas meios de formalizar o direcionamento da verba à empreiteira.
Isso porque, na leitura dos investigadores, empresas de fachada e ligadas a Costa disputaram algumas das obras entregues para a Construservice. Os agentes da PF levantaram indícios de que o grupo de Costa atuava com seis empresas de fachada e seis laranjas.

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