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Em Barra de São Francisco

Homem é preso em operação contra imigração ilegal do ES para os EUA

Segundo a Polícia Federal, investigações começaram após denúncias de familiares de que parentes foram submetidos a "condições terríveis" no trajeto para o país norte-americano

Publicado em 25 de Agosto de 2023 às 12:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 ago 2023 às 12:32
Material apreendido com homem preso em flagrante durante operação da PF em Barra de São Francisco
Material apreendido com homem preso em flagrante durante operação da PF em Barra de São Francisco Crédito: Divulgação/PF
Um homem foi preso em flagrante durante a Operação Rota Polaca, da Polícia Federal, em Barra de São Francisco, no Noroeste do Espírito Santo, na manhã desta sexta-feira (25). Ele era alvo de mandado de busca e apreensão e investigado por participar de uma associação criminosa que promove a imigração ilegal de pessoas para os Estados Unidos. Com o indivíduo, os policiais encontraram R$ 950 em cédulas falsas e uma porção de maconha.
A PF informou que as investigações tiveram início há um ano, após denúncia de familiares de brasileiros que chegaram aos Estados Unidos e informaram que os parentes eram submetidos a "terríveis condições" durante a viagem, além de cobranças com ameaças praticadas por parte dos “coiotes”, que são intermediários da travessia ilegal.
As apurações apontam que os membros dessa organização operam em larga escala, com atuação no Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia, e que eles cobram dos emigrantes dinheiro, veículos e imóveis, sem alertá-los dos perigos da travessia pela região de deserto na fronteira entre o México e os Estados Unidos.
Segundo a PF, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Barra de São Francisco e também em Águia Branca. O objetivo da corporação, segundo nota, é reunir provas e evidências que confirmam as denúncias das vítimas, o que representaria um passo importante contra o tráfico ilegal de humanos e a exploração de pessoas em vulnerabilidade que buscam uma vida melhor.
Os investigados respondem pela prática do crime de promoção de migração ilegal, com pena que chega a cinco anos de prisão, além de também responder pelo crime de moeda falsa, com pena de até 12 anos de prisão, conforme a PF.

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