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Lobo solitário

Homem se deitou, colocou artefato na cabeça e aguardou explosão, diz segurança do STF

Por fim, segundo o relato, Francisco "deitou no chão acendeu o último artefato, colocou na cabeça com um travesseiro e aguardou a explosão". Ele não viu se outra pessoa ajudou na tentativa de ataque à Corte

Publicado em 14 de Novembro de 2024 às 09:03

Agência FolhaPress

Publicado em 

14 nov 2024 às 09:03
Francisco Wanderley Luiz
Francisco Wanderley Luiz é o autor do crime de explosão de ontem, nas cercanias do STF Crédito: Reprodução/Redes sociais
Um segurança do STF (Supremo Tribunal Federal), Natanael Carmelo, foi testemunha do momento em que um homem se explodiu ao lado da estátua da Justiça nesta quarta-feira (13), em frente à sede da corte, segundo boletim de ocorrência da Polícia Civil do Distrito Federal.  O morto foi identificado como Francisco Wanderley Luiz, 59 anos. Ele é chaveiro e disputou a eleição pelo PL com o nome de urna Tiü França. Em Rio do Sul, Santa Catarina, mas não foi eleito.
Em depoimento, o segurança disse que "o indivíduo trazia consigo uma mochila e estava em atitude suspeita em frente à estátua, colocou a mochila no chão, tirou um extintor, tirou uma blusa de dentro da mochila e a lançou contra a estátua". "O indivíduo retirou da mochila alguns artefatos e com a aproximação dos seguranças do STF, o indivíduo abriu a camisa os advertiu para não se aproximarem", afirmou o segurança à polícia.
Natanael, então, viu um objeto "semelhante a um relógio digital", e desconfiou que fosse um explosivo. Francisco chegou a pegar o extintor, mas desistiu e colocou no chão. Francisco "saiu com os artefatos para a lateral e lançou dois ou três artefatos, que estouraram". Depois disso, o segurança solicitou apoio imediato.
Por fim, segundo o relato, Francisco "deitou no chão acendeu o ultimo artefato, colocou na cabeça com um travesseiro e aguardou a explosão". Ele não viu se outra pessoa ajudou na tentativa de ataque à corte. Francisco foi candidato a vereador em 2020 pelo PL em Santa Catarina. Ele é chaveiro e disputou a eleição com o nome de urna Tiü França, em Rio do Sul (SC), mas não foi eleito.
A tentativa de se eleger ao Legislativo municipal em 2020 foi a única de Francisco. Ele gastou apenas R$ 500 em sua campanha, com serviços contábeis, e teve 98 votos.

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