ASSINE

Eduardo Braga está com Covid; ele relata indicação de Kassio Marques ao STF

Apesar da infeção, ele deve continuar trabalhando de casa, dedicando-se a conclusão do relatório que deve ser entregue nos próximos dias

Publicado em 12/10/2020 às 10h42
Atualizado em 12/10/2020 às 10h43
Senador Eduardo Braga está com o novo coronavírus
Senador Eduardo Braga está com o novo coronavírus. Crédito: Marcos Oliveira/Agência Senado

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), testou positivo para o novo coronavírus. A informação foi confirmada neste domingo, 11, pela assessoria do senador. "Infelizmente, testei positivo para Covid-19, apesar de todos os cuidados desde o início da pandemia. Graças a Deus, os sintomas têm sido leves e não comprometem meu estado geral de saúde", declarou.

Eduardo Braga é o relator da indicação do desembargador Kassio Nunes Marques para o Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado daqui a dez dias, em 21 de outubro.

Como a sessão é semipresencial e o relatório deve ser concluído nos próximos dias, a tendência é de que a sabatina não tenha seu cronograma alterado. Braga poderá fazer a sessão, porém, pode ficar impedido de registrar seu voto na indicação, já que para isso precisa estar presencialmente no Senado.

A nomeação para o STF depende de aprovação do Senado. A escolha do relator anunciada na semana passada foi antecipada para agilizar a apreciação do nome de Kassio Marques. Em consulta feita pelo Broadcast Político/Estadão, Eduardo Braga declarou, na semana passada, ser favorável à indicação.

Braga é alvo de investigações que podem cair nas mãos do novo integrante da Corte. O emedebista foi denunciado junto com a ex-senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) em fevereiro de 2019 pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por "caixa 3" nas eleições de 2012, quando a então senadora foi candidata à Prefeitura de Manaus. O caso é um desdobramento da Operação Lava Jato.

Além disso, Braga é um dos alvos de um inquérito sigiloso que apura o repasse de R$ 43,6 milhões da empresa JBS a políticos do MDB na campanha de 2014, quando ele foi candidato ao governo do Amazonas. Na época das acusações, a defesa do senador negou irregularidades nos dois casos.

A Gazeta integra o

Saiba mais

Se você notou alguma informação incorreta em nosso conteúdo, clique no botão e nos avise, para que possamos corrigi-la o mais rápido possível

Para melhorar a sua navegação, A Gazeta utiliza cookies e tecnologias semelhantes como explicado em nossa Politica de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.

Bem-vindo

A Gazeta deseja enviar alertas sobre as principais notícias do Espírito Santo.