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Trocou mensagens com Moro

Aras é contra apreensão de celular de Carla Zambelli

O procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) em que se opõe à apreensão e perícia no celular da deputada Carla Zambelli (PSL-SP).

Publicado em 01 de Maio de 2020 às 09:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 mai 2020 às 09:32
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) em que se opõe à apreensão e perícia no celular da deputada Carla Zambelli (PSL-SP).
Após deixar o governo, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro divulgou mensagens trocadas com a parlamentar como prova de que não teria aceitado que o presidente Jair Bolsonaro interferisse politicamente na Polícia Federal.
Ao Supremo, Aras também reitera a necessidade de se colher depoimento de Moro e designa três procuradores para acompanhar a oitiva.
Na conversa ocorrida antes de Moro pedir demissão do Ministério da Justiça, Zambelli pediu que Moro aceitasse a mudança no comando da PF e não rompesse com Bolsonaro para, assim, ser indicado a uma vaga no Supremo.
O pedido de cumprimento de mandados de busca e apreensão contra Zambelli foi apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Aras explica na manifestação, porém, que não cabe a intromissão de parlamentares na investigação.
"Como sabido, a legislação processual não contempla a legitimação de terceiros para a postulação de abertura de inquéritos ou de diligências investigativas relativas a crimes de ação penal pública", afirma.
Nas mensagens, primeiramente, Zambelli pede "por favor" para Moro aceitar Alexandre Ramagem no comando da PF. "E vá em setembro para o STF. Eu me comprometo a fazer o JB prometer", completou a deputada. Moro, então, respondeu: "Prezada, não estou à venda".
Ao pedir demissão, Moro afirmou que Bolsonaro queria substituir Maurício Valeixo no comando da PF por Ramagem, que é próximo da família e até então respondia pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência).
Após as acusações, o chefe do Executivo tentou indicar Ramagem para a direção-geral da PF, mas a nomeação foi suspensa por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Moraes afirmou que o presidente não observou os princípios da impessoalidade e da moralidade ao nomear Ramagem, amigo do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente e investigado pela PF por articular a disseminação de fake news.
Na manifestação, Aras designa, ainda, três procuradores para acompanhar o depoimento de Sergio Moro.

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