Autor(a) Convidado(a)
É juiz de Direito e secretário-geral do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES)

O que entregar ao cidadão

No setor público, criar o futuro significa abandonar improvisações, fortalecer a governança, valorizar pessoas e alinhar processos, tecnologia e estratégia à finalidade constitucional do Estado

  • Anselmo Laranja É juiz de Direito e secretário-geral do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES)
Publicado em 06/02/2026 às 14h59

A gestão pública do século XXI demanda profissionalismo, compromisso institucional e responsabilidade com resultados. Não se trata apenas de administrar recursos, mas de governar com método, decidir com base em evidências e executar com integridade, sempre orientado à geração de valor público e à confiança social.

Como ensina Peter Drucker, “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”. No setor público, criar o futuro significa abandonar improvisações, fortalecer a governança, valorizar pessoas e alinhar processos, tecnologia e estratégia à finalidade constitucional do Estado.

Na mesma linha, Henry Mintzberg ressalta que a boa gestão não nasce do controle excessivo, mas da responsabilidade compartilhada, da liderança ética e do engajamento genuíno das equipes. É nesse ambiente que a administração pública deixa de ser mera burocracia e se transforma em instrumento real de desenvolvimento e justiça social.

Gestão pública séria é escolha diária. Exige coragem para decidir, disciplina para executar e compromisso permanente com o interesse público.

Este texto não traduz, necessariamente, a opinião de A Gazeta.

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