Crônica Por que sempre digo que escrevo ficção Ser uma “escritora de ficção”, o termo muito me apraz. Mas o que quer dizer isso? Talvez eu nem possa explicar a contento
Crônica As coisas que se encontram em uma antiga coletânea de poetas do ES Por certo que em nossa ignorância luminosa das tramas e mesquinharias que movem os “podres poderes”, acreditávamos que a esquiva fama literária algum dia chegaria até nós
Crônica Aí eu falei para a Sophia Loren... Até nos filmes aos quais assistia para me contorcer de ciúmes, ela preferia o Marcelo Mastroianni, apesar das mais de mil cartas implorando uma pontinha
Música Loja do Riva: o poder dos discos em quem se aventura a colecioná-los Alguém já disse, com toda razão, a respeito dos LPs, que não há suporte mais perfeito para o exercício amoroso de se ouvir música. E, como se fosse pouco, nos estimula a celebrar o afeto, apesar de toda aspereza lá fora
Crônica O príncipe perdeu de goleada para os Beatles E os jovens de todo o mundo descobriram que poderiam ter todo o cabelo que bem entendessem. Viramos cabeludos, a despeito de uma torcida terrivelmente careta
Crônica A origem política das panelas e de tantas outras utilidades Segundo consta, a panela foi inventada na China para protestar contra um mandarim que se divertia exonerando ministros que haviam sido convidados no dia anterior
Crônica A arte da acupuntura dos contadores de histórias Foi num reclame curtinho que passava antes dos filmes que eu tive a notícia de uma ciência chinesa que praticava a técnica de estimular o corpo em terapia com agulhas imensas, para nossa excitação e calma, que curava tudo
Crônica Deixe em paz o meu coração, um pote até aqui de emoção Respeitável público, decidi compartilhar com vocês um texto de amor, que a mim me emociona, tanto pelo conteúdo como pela forma
Crônica Fechando o bico e encerrando (por enquanto) o assunto da minha Amora Estabeleci uma norma de defesa pessoal: não pego minha arara no colo quando estou vestindo camisa de abotoar. É que ela adora quebrar os botões e o faz de bate-pronto
Infância Quero brincar de novo, vou fazer meu rolimã! Onde estão o engenho e a arte do criar com as próprias mãos? Não é de hoje que as crianças, elas próprias, são miniaturas do brincar dos adultos e seus brinquedos caríssimos