Paulo Bonates Velhos amigos, novos encontros e vivas memórias Queríamos salvar o mundo da indiferença entre as pessoas. Acho que conseguimos pelo menos dentro de nós, tomara
Sextas Crônicas Vivo para me ver dançando o piseiro de João Gomes. E você? Que coisa improvável e deliciosa. Isso me resume muito. Um instante de devaneio e contentamento verdadeiro apaga todas as dores do mundo
Crônica Emoções futebolísticas, do Botafogo na infância ao Fluzão no Mundial A primeira lembrança é uma partida entre o Estrela e o Botafogo, com o estádio lotado. O time carioca veio praticamente completo, em época que só o futebol do Rio era acompanhado por aqui. Em campo, Garrincha fez miséria
Crônica Viva o simpósio, viva a lembrança... viva Carmélia! Há décadas não nos víamos, Carmélia em espírito e outros maravilhosos fantasmas passaram por lá. Miramos o tempo. Como sabem, o presente não existe. É uma transição imperceptível. Passado e futuro, ou vai vir ou passou
Crônica Uma enxurrada de "então" na vida e na TV É justamente “muleta verbal” que se aplica a expressões que aparecem do nada, em uma certa época, e acabam se tornando automáticas e repetitivas
Crônica Carta aberta às mulheres livres [em memória de Juliana Marins] Quando uma mulher livre morre por suas escolhas, como a moça que caiu no precipício enquanto fazia trilha na Indonésia, morre um pouco a liberdade de todas nós
Sextas Crônicas O perdão é o colágeno da alma Quando viramos um “pote até aqui de mágoa” sem perceber, vamos nos calcificando emocionalmente. Endurecemos. Perdoar restitui elasticidade à alma, permite que as emoções voltem a se movimentar sem nos quebrarmos com os atritos
Crônica Sobre as águas do mar e os sururus da Ilha do Boi Aquilo me fez lembrar da estranha fartura de tartarugas nos mares de hoje. Digo isso porque, em toda a minha adolescência, nunca vi uma tartaruga nem sequer nas muitas dezenas de vezes que mergulhei em busca de lagostas nas encostas das ilhas
Crônica John Lennon gritou para a mãe, eu escrevi bilhetes John Lennon não esqueceu do pai. Musicou-o também. Não com a mesma ênfase ou amor explícito. Pelo menos não gritou, acho
Crônica Por que andamos com tanta pressa? Como era mesmo quando não havia a possibilidade de acelerar conteúdos? Como era mesmo abrir uma aba de cada vez? Quando foi que passamos a comer correndo também aos sábados?