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Desafios

Ufes é referência na definição de estratégias de desenvolvimento para o ES

Na agenda do futuro, a sintonia entre a instituição e a sociedade deve ser revigorada. A comunidade universitária evidencia que a Ufes deve estar posicionada para responder às demandas regionais

Publicado em 22 de Dezembro de 2019 às 04:00

Públicado em 

22 dez 2019 às 04:00

Colunista

Biblioteca Central da Ufes, em Goiabeiras Crédito: Fernando Madeira
Com 65 anos de trajetória na educação superior, a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) vive um momento de desafios na direção do seu aperfeiçoamento enquanto instituição pública dedicada à formação qualificada de recursos humanos e à produção de ciência, tecnologia e inovação. Todos os indicadores, nacionais e internacionais, apontam para o grau de excelência da sua produção acadêmica, o que torna otimistas as perspectivas. Para o Espírito Santo, a Ufes é inquestionavelmente uma referência na definição de estratégias de desenvolvimento social, econômico, humano, ambiental, cultural e educacional.
Na sua agenda para o futuro, a sintonia entre a instituição de ensino e a sociedade deve ser revigorada. A comunidade universitária evidencia essa percepção de que a Ufes deve estar posicionada para responder às demandas regionais. Neste cenário, a histórica eleição da primeira mulher, a professora Ethel Maciel, para conduzir esse projeto não deixa dúvidas quanto à vontade e ao compromisso da comunidade acadêmica.
A proposta vitoriosa, tanto na consulta à comunidade quanto na decisão dos conselhos superiores da instituição, reafirma a opção por um projeto que, sobretudo, reforce a defesa da educação superior pública, gratuita e de qualidade. Trata-se de um projeto comprometido com uma pauta propositiva de eixos estruturantes.
Definida a lista tríplice de nomes indicados para a gestão universitária, incluindo o de Ethel Maciel como representante do projeto vencedor, resta-nos a expectativa de que o governo federal respeite a escolha e confirme a primeira mulher a assumir a condução da Ufes. O que se espera é que haja reconhecimento ao processo democrático desencadeado na Universidade, a partir da participação de professores, servidores técnicos e estudantes.
Pesquisadora com trabalhos reconhecidos internacionalmente, Ethel Maciel representa um projeto que defende a inclusão social e as políticas afirmativas, que respeita os direitos humanos, que impulsiona o desenvolvimento da Universidade com sustentabilidade, que busca o fortalecimento da instituição como promotora de saúde, que amplia a transparência das ações e que prioriza permanentemente a eficiência e a eficácia, e que reafirma o papel da Ufes no desenvolvimento cultural do Estado.
As esperanças depositadas nesse projeto inovador não podem ser ignoradas, mas respeitadas no âmbito governamental. Ter uma mulher numa função de tamanha responsabilidade demonstra o amadurecimento democrático da sociedade e assegura mais equidade nas relações de gênero no campo da educação e da ciência em plano regional.
*A autora é professora da Ufes, pesquisadora e escritora

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