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Publicado em 4 de setembro de 2021 às 02:00
Quem inicia a busca por um animal para adotar pode, muitas vezes, encarar dificuldades para encontrar aquele que seja ideal para sua realidade, como achar um cachorro de porte ideal para o espaço que o futuro dono disponibiliza. Ao mesmo tempo, organizações de proteção animal se vêem com dificuldades para achar um lar e família para animais em situação de vulnerabilidade. Para ajudar, a tecnologia chega fazendo a ponte entre estes extremos. Através de aplicativos e plataformas virtuais, você consegue escolher um novo membro de patas para o seu lar.>
Um destes aplicativos tem o apresentador e jornalista Celso Zucatelli como embaixador. O PetPonto, lançado oficialmente no final de agosto, faz com que ONGs ou indivíduos que acolhem esses animais em todo o Brasil tenham um ponto de encontro com candidatos a adotantes. Além dele, temos iniciativas locais, como da Prefeitura de Vila Velha, e ações de grandes empresas como a Vivo, que fez parceria com ONGs e realiza a ponte para adoção dos animais com seus clientes por meio do aplicativo da operadora. Confira abaixo as iniciativas. >
No melhor estilo TinderPet, o aplicativo permite o cadastro de ONGs e de pessoas disponíveis a ter um animal em casa. A partir de geolocalização, o PetPonto mostra de forma simplificada em que lugar estão os animais. Além disso, tanto os animais quanto os adotantes terão perfis para que seja possível fazer o match perfeito. >
Zucatelli explica que os usuários da plataforma vão ainda poder colaborar com as organizações que acolhem os animais em situação de rua. “A ideia é conseguir ajudar as ONGs da melhor maneira possível, permitindo doações e permitindo adoções.”>
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Uma iniciativa local foi feita pela Prefeitura de Vila Velha, que criou o site Bem Estar Animal, que consiste numa campanha permanente para a adoção de cães e gatos abandonados na cidade. Segundo as informações da própria plataforma, são animais que resgatados de situações precárias, que abrangem doenças, atropelamentos e maus tratos.>
Através do site, a população pode, além de conseguir seu pet, ajudar no trabalho de investigação e denúncias de Maus Tratos. Além disso, o órgão realiza a adoção, com seleção antecipada no site, e a vacinação dos bichos através do sistema drive-thru.>
A operadora está ampliando seu movimento que incentiva a adoção consciente de animais com a inclusão de ONGs do Espírito Santo no projeto. A partir de agora, instituições que acolhem animais passam a fazer parte do movimento “Vivo Pets”. Ao todo, três ONGs passam a ser parceiras da Vivo nesse projeto no Estado: Aumigos de Livros, Amizade é um Luxo e Ong Pra Mia.>
Mas como funciona tudo? As ONGs fazem o cadastro no site http://vivo.tl/adocaovivovaloriza. Na sequência, a operadora faz a ponte entre as instituições e os clientes interessados em adotar um animal por meio da plataforma de relacionamento da empresa, o Vivo Valoriza. Quem mora em Vitória, Vila Velha ou regiões metropolitanas pode procurar um novo amigo acessando o Vivo Valoriza, no app da Vivo.>
Ao acessar a aba do programa, o cliente poderá consultar as ONG cadastradas – que também estarão disponíveis no pilar Pets – escolher a que mais se identifica, e iniciar o processo de adoção diretamente com elas, de maneira virtual. >
Além de ajudar a conectar milhares de pets e seus futuros donos, a Vivo também levou o movimento Vivo Pets para seus colaboradores e passou a conceder a licença “PETernidade”. Com ela, os colaboradores da Vivo que adotarem um cachorro ou gato ganham dois dias de licença para se dedicarem à adaptação do novo melhor amigo em sua casa.>
Chamado de "Na.Mosca", a plataforma faz você dar um "match" com os pets disponíveis para adoção. É desse jeito: você entra na plataforma, monta seu perfil, põe sua rotina e suas expectativas e o programa sugere qual pet se encaixa com sua procura. >
Na sequência, ele te coloca na lista da ONG, que irá entrar em contato com o adotante e realizar os trâmites. A plataforma garante que as ONGs e projetos sociais que resgatam animais passam por uma análise antes de ingressarem na plataforma. Depois disso, elas mesmas cadastram os animais que estão disponíveis para adoção. >
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