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Viagem

Primeira classe com champanhe e até mordomo

O repórter do programa Em Movimento, Diego Araujo, que nunca tinha pisado em um navio antes, conta como foi sua experiência em um navio de luxo, que foi do Rio de Janeiro a Santos, em São Paulo

Publicado em 29 de Novembro de 2019 às 20:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

29 nov 2019 às 20:37
Diego Araujo na varanda de sua cabine na primeira classe do navio Crédito: Divulgação
Nunca havia pisado em um navio, muito menos feito um cruzeiro. A experiência mais próxima disso, pra mim, foi assistir ao Titanic pela TV, o que, tirando todo o romantismo, não acaba muito bem, né? Embarquei no Rio de Janeiro em um cruzeiro de luxo - que havia saído da Europa havia 14 dias - para uma viagem com um grupo de jornalistas de apenas um dia, até Santos. Foi rápido, mas já adianto: Que viagem, meus amigos!
Sou de Colatina, mais especificamente, de São Sebastião de Terra Alta. É um lugar pequeno, onde o sonho de muitos jovens é “estudar na cidade”, conhecer outros lugares, descobrir o mundo. Quando entrei no navio e percebi que meu quarto era na primeira classe, com frutas, champanhe e mordomias me vi realizando um sonho de criança do interior. Tudo era all inclusive, ou seja, qualquer coisa que eu quisesse, qualquer coisa mesmo - bebida, comida, massagem -, estava inclusa no meu pacote “ostentação”.
A gente se sente um rei lá dentro. Na suíte - única e exclusivamente pra minha pessoa - preciso dizer que tinha um mordomo só pra mim. Precisava desfazer a mala, ele desfazia! Precisava marcar uma massagem, ele marcava! Café da manhã no quarto? Ele trazia também. Banheira, roupão... Tinha tudo! E claro que ostentei!
Um dia foi pouco pra aproveitar tudo: piscina, ofurô, sauna, as baladas que duram enquanto tiver gente na pista. Pra você ter uma ideia, o navio tinha 19 andares, cerca de 62 metros de altura, 330 metros de comprimento, uma escada de swarovski e mais de 4 mil passageiros. Ah, fui surpreendido também com a quantidade de línguas faladas num navio: sete. A maioria, nesse caso, não era inglês, mas italiano. Uma junção de nacionalidades, sem precisar visitar nenhum desses países. Pensa! Pra quem nunca pisou num navio e saiu da roça... Venci na vida! E se me permitem a sugestão: se deem esse presente algum dia! Eu me darei novamente!
*O repórter viajou a convite da MSC Cruzeiros

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