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Flórida

Funcionários da Disney e Lego entre presos por pornografia infanti

Onze homens foram detidos acusados de possuir e distribuir imagens de crianças sendo violadas, inclusive bebês
Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 jun 2018 às 00:53

Publicado em 06 de Junho de 2018 às 00:53

Crédito: Pixabay
Onze homens foram presos nesta terça-feira (5) na Flórida por porte e distribuição de pornografia infantil, entre eles um funcionário da Disney e outro da fabricante de brinquedos Lego, assim como um ajudante dos escoteiros, informou a polícia local.
Segundo o comissário de polícia do condado de Polk, na região central da Flórida, os 11 homens são alvo de 660 acusações dentro da chamada “Operação Guardiães da Inocência II”, focada na identificação de pessoas que possuam, promovam ou distribuam pornografia infantil.
Os 11 homens tinham em seu poder “pornografia com crianças que estavam sendo violadas; de bebês tão pequenos que usavam fraldas sendo violados por homens adultos. Esta é uma conduta das mais más horrenda”, disse o comissário Grady Judd numa coletiva de imprensa sobre o caso, acrescentando que a polícia, no entanto, ainda não conseguiu identificar as vítimas.
Um dos presos na operação é Roger Catey, de 53 anos e gerente de projetos do departamento de fantasias da Walt Disney World, o parque temático que atrai milhões de crianças ao ano não muito longe de sua residência na cidade de Davenport. Já Rickie Vargas García, de 30 anos e também de Davenport, trabalhava como construtor de Lego para a Merlins Entertainment, uma instalação fora do parque temático Legopark, também na região.
"Ele admitiu que conversava com crianças on-line e compartilhava com elas fotos em que ambos estavam nus", disse o comissário.
Edward Zaborowski, de 48 anos, por sua vez, tinha fotografias de vítimas de 4 a 6 anos. Ele era garçom em um bar do condado vizinho de Osceola e, como “hobby“, participava como “pai voluntário” e condutor da tropa de escoteiros de seu filho.
"Pais, vocês têm que saber que lugares seus filhos visitam na internet, porque onde quer que eles vão, estes homens também estão", acrescentou o comissário Judd apontando um cartaz com as fotografias dos acusados.

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