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Primeiro-ministro britânico

Boris Johnson: Trump estava "completamente errado" ao insuflar manifestantes

O Congresso foi invadido durante a sessão conjunta entre deputados e senadores para a certificação da vitória de Biden. Insuflados por Trump, que fez um comício em Washington horas antes do ataque

Publicado em 07 de Janeiro de 2021 às 18:46

Agência FolhaPress

Publicado em 

07 jan 2021 às 18:46
Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido
Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido Crédito: Reprodução | Twitter (@borisjohnson)
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse nesta quinta-feira (7) que Donald Trump estava "completamente errado" ao encorajar apoiadores a invadir o Capitólio, sede do Congresso americano, na quarta (6).
"Na medida em que o presidente encorajou as pessoas a invadirem o Capitólio e consistentemente lançou dúvidas sobre o resultado de uma eleição livre e justa, acredito que isso foi completamente errado", afirmou ele durante entrevista coletiva.
O Congresso foi invadido durante a sessão conjunta entre deputados e senadores para a certificação da vitória de Biden. Insuflados por Trump, que fez um comício em Washington horas antes do ataque, centenas de extremistas entraram, vandalizaram e saquearam o complexo.
Boris é um dos principais aliados de Trump e, ainda assim, foi um dos primeiros líderes a parabenizar Joe Biden e Kamala Harris, presidente eleito e vice-presidente eleita dos Estados Unidos, pela vitória.
A chanceler alemã, Angela Merkel, também condenou os manifestantes que participaram do episódio em Washington e disse que o próprio presidente tem que aceitar parte da responsabilidade.
"Uma regra básica da democracia é que depois das eleições há vencedores e perdedores. [...] Lamento muito que o presidente Trump não tenha reconhecido sua derrota desde novembro. As dúvidas sobre o resultado da eleição tornaram os eventos da noite passada possíveis."
O presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, afirmou que as imagens eram chocantes, mas que a democracia triunfaria. "Essas cenas que vimos são o resultado de mentiras e mais mentiras, de divisão e desprezo pela democracia, de ódio e incitamento."
Nesta quinta, após o Congresso dos EUA ratificar a vitória do democrata numa sessão que seguiu durante a madrugada, Trump prometeu "uma transição ordeira".

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