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Biden anuncia sanções contra Mianmar após golpe militar

Presidente diz que deve bloquear acesso a US$ 1 bilhões em fundos do país mantidos em solo americano, além de controlar exportações e ativos que beneficiem o governo da antiga Birmânia

Publicado em 10/02/2021 às 17h46
Atualizado em 10/02/2021 às 17h46
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa durante a cerimônia de sua posse realizada no Capitólio, em Washington (DC), nesta quarta-feira, 20 de janeiro de 2021. Biden se tornou o     46º presidente a assumir o comando do país
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa durante a cerimônia de sua posse realizada no Capitólio, em Washington (DC). Crédito: PATRICK SEMANSKY/ESTADÃO CONTEÚDO

Em resposta ao golpe militar ocorrido em 1º de fevereiro em Mianmar, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou em pronunciamento nesta quarta-feira (10), que deve bloquear acesso a US$ 1 bilhões em fundos do país asiático mantidos em solo americano, além de controlar exportações e ativos que beneficiem o governo da antiga Birmânia.

O líder da Casa Branca pediu uma resposta internacional coordenada ao episódio e exigiu a libertação imediata de presos políticos, como a líder Aung San Suu, eleita democraticamente em novembro. Biden afirmou, ainda, que vai assinar, junto a outros países, decreto com sanções aos militares envolvidos no golpe, e que pode ainda anunciar medidas adicionais.

De acordo com o democrata, o "mundo está assistindo" os direitos humanos serem desrespeitados em Mianmar e, por isso, seu governo deve agir junto ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. Segundo ele, "é inaceitável tirar a democracia de uma nação" e os resultados da última eleição no país asiático devem ser respeitados.

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