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Instituto Vida Vida/Cetaf sonha com participação na LDB em 2023

Clube canela-verde de basquete é membro do Comitê de Clubes e, com isso, tem direito a participar da Liga. Título brasileiro no sub-19 ano passado deu novo gás para o sonho de voltar ao cenário nacional

Publicado em 13 de Abril de 2023 às 16:59

Breno Coelho

Publicado em 

13 abr 2023 às 16:59
Instituto Viva Vida
A geração sub-19 do Instituto Viva Vida/Cetaf é considerada uma das mais fortes dos ultimos tempos no Estado Crédito: Banestes/Divulgação
Instituto Viva Vida/Cetaf, de Vila Velha, está preparando os trâmites para se candidatar a uma vaga na Liga de Desenvolvimento do Basquete (LDB) em 2023. A competição é uma espécie de "torneio de aspirantes", onde os grandes clubes que jogam o Novo Basquete Brasil (NBB) enviam seus jogadores jovens para participarem de um nível competitivo maior do que as competições de base.
A entrada na LDB marcaria o retorno do basquete capixaba ao cenário nacional nas competições organizadas pela Liga, algo que acontecia há algum tempo. O projeto começou após o título da Classificatória B do Campeonato Brasileiro Sub-19. O clube já sinalizou o desejo de participar da competição, e está aguardado a abertura das inscrições enquanto corre atrás de recursos para custear as despesas necessárias.
A reportagem de A Gazeta entrevistou um dos diretores do Instituto Viva Vida/Cetaf, Felipe Azevedo Filho,  que nos contou um pouco sobre o processo de candidatura para entrar na competição e comentou sobre a importância de dar mais esse passo para o basquete capixaba

A participação já está confirmada?

Não está confirmada porque as inscrições ainda não abriram. Nós já sinalizamos a intenção de participar da competição, por sermos membros do Comitê de Clubes, temos direito a jogar. A janela de inscrição abre em abril, vou para a sede da liga para marcar presença e avançar na captação de patrocinadores. 

Como está a montagem do elenco?

Estamos nos preparando primeiro para a disputa do Brasileiro Sub-19 e depois vamos voltar o foco para a LDB, que tem início previsto para julho. A nossa ideia é honrar essa geração capixaba e trazer também alguns jogadores mais velhos, para dar mais experiência ao elenco. É uma geração muito talentosa e nossa intenção é ir aproximando eles cada vez mais do profissional.

Quem será o treinador do projeto?

Nosso treinador é o João Victor, que é um cara muito respeitado nacionalmente. Foi assistente técnico na época do NBB, tem rodagem, já dirigiu equipes adultas e seleções estaduais. Também temos um corpo técnico muito legal, com cinco treinadores além de mim e do meu pai (Luiz Felipe Azevedo), ou seja, sete pessoas especializadas no basquete.

Quais são os critérios para entrar na LDB?

Os critérios de avaliação para entrar na LDB são variados, e passam pela capacidade do time, pela capacidade técnica e operacional do clube, é uma análise técnica e estratégica que visa a qualidade do campeonato. Não é por ordem de chegada.

E as metas de desempenho, caso seja confirmada a entrada na Liga?

Nosso projeto é de médio-longo prazo, entrando com alguns reforços, mas mantendo uma base sub-19 e que daqui a dois anos a gente tem essa geração capixaba, que é a melhor geração daqui em bastante tempo, tendo idade pra jogar na liga e sendo competitiva, quem sabe brigando por título.

Ter uma competição adulta forte é fundamental. Como está o cenário local?

De uns tempos pra cá tiveram algumas iniciativas bem interessantes, como a Copa Espírito Santo de Basquete e a Liga Espírito Santo também. Inclusive, um dos segredos da nossa vitória no Brasileiro Sub-19 foi que o time jogou esses campeonatos adultos, fator esse que deu uma condição melhor para performarem bem. A Federação, junto das ligas, tem feito um bom trabalho nesse sentido, unindo forças e ajustando o calendário para não gerar conflitos, o que tem sido fundamental.

Captar recursos tem sido um desafio?

O trabalho de captação é constante, assim como é feito nas outras competições. É sim um salto, o custo de uma disputa local é um, e o da LDB é maior, então é uma escada. Se a gente quer ver o Espírito Santo representado no esporte tem que ir aumentando os investimentos. Temos empresas grandes que abraçam o esporte local e a gente conta com isso para tornar o projeto cada vez mais viável e forte.

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