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Novo alvo

De volta à CBF, Ednaldo Rodrigues avalia Dorival Júnior após "não" de Ancelotti

Reconduzido ao cargo, presidente da entidade afirma que primeira meta é escolher comissão técnica definitiva do Brasil. Atual treinador, Fernando Diniz tem contrato até junho de 2024

Publicado em 04 de Janeiro de 2024 às 21:04

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 jan 2024 às 21:04
Dorival Júnior conquista o título em cima do Flamengo, onde foi rechaçado
Dorival Júnior foi citado como possibilidade para assumir a Seleção Brasileira na Copa América Crédito: Renato Gizzi/Photo Premium/Agencia O Globo
De volta à presidência da CBF - após liminar concedida, nesta quinta-feira, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes -, Ednaldo Rodrigues disse à revista "Veja" que sua primeira meta será escolher a comissão técnica definitiva da seleção brasileira. O dirigente foi reconduzido ao cargo por liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. A informação foi publicada pelo site GE.
Segundo apuração do ge, os nomes na mesa do - de novo - presidente da CBF são Dorival Júnior, hoje técnico do São Paulo - tem contrato até o fim de 2024 no Morumbi -, e o ex-jogador Filipe Luís, que se aposentou do futebol profissional pelo Flamengo no fim de 2023.
Filipe Luís fez cursos da CBF Academy e tem desejo de se tornar treinador. As últimas habilitações já o permitiam treinar times de categorias de base (licença B) e profissionais (licença A).
Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF
Ednaldo Rodrigues, novamente presidente da CBF Crédito: Lucas Figueiredo/CBF
Ednaldo tomou a decisão de escolher técnico em definitivo na Seleção depois que o plano anterior, de ter Carlo Ancelotti a partir do meio deste ano, foi por água abaixo após a renovação do treinador italiano com o Real Madrid.
O técnico da Seleção hoje é Fernando Diniz. Também comandante do Fluminense, ele tem contrato com a CBF até o meio deste ano - e os dirigentes tricolores sempre reforçaram que não queriam perdê-lo para a Seleção.
O fato de a Copa América ser disputada durante o Campeonato Brasileiro, o que vai fazer com que os clubes fiquem desfalcados por nove rodadas, seria um inconveniente a mais para manter a atual dupla função do atual treinador da Seleção e do Fluminense.
Em outro trecho da entrevista para a "Veja", Ednaldo contou que soube da liminar do STF quando estava no hospital com a esposa, que está internada. Ele manteve a decisão de não se candidatar novamente à presidência da CBF caso seja realizada eleição em 2025.

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