Candidata ao Senado nas Eleições 2026, Maguinha Malta (PL) disse que acredita ser um bom nome para ocupar uma das duas vagas em disputa na Casa Alta porque, “neste momento, o Senado precisa, primeiramente, de pessoas que tenham vergonha na cara”. A postulante ao cargo participou de sabatina realizada por A Gazeta e CBN Vitória na manhã desta sexta-feira (18), em Vitória.
Maguinha complementou ainda que é necessário eleger parlamentares “que temam a Deus, que tenham princípios e valores bem estabelecidos e coragem de fazer o enfrentamento necessário que o Brasil precisa nesse momento”.
Segundo a candidata, senadores com essas características seriam capazes de cumprir o que determina a Constituição, que, para ela, é a função de “reequilibrar a balança dos Poderes”. Conforme Maguinha, atualmente há um desequilíbrio entre Legislativo, Executivo e Judiciário causado pelos atos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
“Não podemos mais viver nesse estado de coisas que estamos vivendo no Brasil. E eu penso, e toda a população do Brasil, que nós sairemos desse estado de coisas quando o Senado da República se prestar a fazer o seu papel dado pela Constituição”, declarou.
Sem citar a possibilidade de abertura de processos de impeachment contra ministros do STF, a candidata afirmou que é “preciso ter maioria” no Senado, com pessoas “que não tenham rabo preso, que não sejam frouxas, que tenham vergonha na cara, comprometimento e coragem para fazer os enfrentamentos necessários”.
Indagada, na sequência, sobre o que faria de diferente do pai, o senador e presidente estadual do PL, Magno Malta, Maguinha frisou que consideraria sua missão cumprida se o seu mandato tivesse para o Estado a mesma importância que o dele.
A candidata disse ter os mesmos princípios, valores e crenças do parlamentar, que são, por exemplo, a defesa da vida desde a concepção e a posição contrária à “ideologia de gênero nas escolas” e à liberação das drogas.
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