Os eleitores que votaram no candidato
Fabrício Gandini (Cidadania) no primeiro turno das eleições para a Prefeitura de Vitória dividem-se, quase por igual, entre
Lorenzo Pazolini (Republicanos) e
João Coser (PT) nas intenções de voto para o segundo turno.
"Vitória, embora com modos diferentes, tem garantido nas últimas décadas a manutenção das conquistas que deram resultado e, graças a isso, evoluiu muito. Todos nós que amamos essa cidade esperamos que o próximo prefeito contribua com esse processo que levou a cidade ao patamar atual", declarou.
Além dos três, Vitória teve outros 11 candidatos que disputaram o primeiro turno. Entre os eleitores que votaram em algum desses outros nomes, em branco, anularam ou não votaram no 1º turno das eleições, 46% responderam que, agora, votariam em Pazolini, enquanto 33% apontaram que escolheriam o petista.
A pesquisa Ibope mostra que Pazolini se sai melhor entre aqueles com renda média familiar mais alta, principalmente entre o grupo que ganha mais de 2 e até 5 salários mínimos, no qual teve 58% das menções, enquanto Coser registrou 34%. Entre o segmento da sociedade com renda acima de 5 salários mínimos, Pazolini e Coser ficam próximos, com 45% e 44%, respectivamente.
A mesma divisão ocorre entre o grupo que recebe de 1 a 2 salários mínimos, entre o qual cada um dos candidatos tem 45% das preferências. Já entre aqueles com renda familiar de no máximo 1 salário mínimo, Coser sai na frente, com 52%, e Pazolini é a opção de 40%.
Ao observar as intenções de voto de acordo com a idade dos eleitores, Coser se destaca entre os mais jovens, enquanto Pazolini tem sido o preferido conforme aumenta a faixa etária. O petista ficou na frente do delegado entre o grupo de 16 a 24 anos, preferido por 52% a 42%. Entre aqueles que têm de 25 a 34 anos, Coser é a opção de 48% e Pazolini, de 40%.
Já entre os eleitores que têm de 35 a 44 anos, Pazolini passa a levar a melhor, com 48% a 38%. O mesmo ocorre na faixa etária de 45 a 54 anos, em que ele registra 47% a 43%, e entre aqueles acima de 55 anos, em que alcança a maior vantagem, de 56% a 38%.