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Mais votada

Casagrande escolhe aliada de Eder Pontes para comandar MPES

Luciana Andrade foi a mais votada na lista tríplice eleita pelos membros do Ministério Público do Espírito Santo

Publicado em 25 de Março de 2020 às 18:40

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 mar 2020 às 18:40
Promotora de Justiça Luciana Andrade
Promotora de Justiça Luciana Andrade foi a mais votada de uma lista de três nomes Crédito: Helio Filho/Secom
A promotora Luciana Andrade foi escolhida pelo governador Renato Casagrande (PSB) para comandar o Ministério Público Estadual do Espírito Santo (MPES). Ela foi a mais votada em lista tríplice eleita pelos membros da instituição.
A promotora é aliada do atual procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, que chegou a se inscrever para a disputa por mais um mandato. E desistiu.
A promotora Luciana Gomes Ferreira de Andrade recebeu 168 votos. Em seguida, estavam o promotor Marcello Souza Queiroz, com 146. Em terceiro, o também promotor Adélcion Caliman, com 110.
O governador não é obrigado a escolher ou mais votado, ou mais votada. Mas esta é uma reivindicação da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público.
A nomeação da nova procuradora-geral de Justiça deve ser publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira (26). A posse será em 4 de maio. O mandato é de dois anos.

PERFIL

Ela ingressou no MPES em 2003. Foi nomeada secretária-geral do gabinete do procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, e coordenadora da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE).
Luciana Andrade ocupou a mesma função, de secretária-geral, na administração de Elda Spedo, outra aliada de Eder Pontes.

O QUE FAZ O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA

Cabe ao procurador-geral, por exemplo, atuar nos casos de políticos com foro privilegiado no Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), como deputados estaduais e prefeitos. E somente o procurador-geral de Justiça pode propor uma ação contra chefes de outros Poderes do Estado como, por exemplo, o presidente da Assembleia Legislativa e o presidente do Tribunal de Justiça.
O procurador-geral ganhou, em 2018, superpoderes para interferir em casos de políticos até mesmo no primeiro grau do Judiciário.

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