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Morta em Cariacica

Polícia pede ajuda da população para localizar assassinos de Maiara

Maiara de Oliveira Freitas foi morta por bandidos encapuzados na frente da filha de 4 anos em Cariacica

Publicado em 17 de Setembro de 2019 às 09:10

Elis Carvalho

Publicado em 

17 set 2019 às 09:10
Maiara de Oliveira Freitas foi assassinada na frente da filha Crédito: Reprodução/TV Gazeta/Instagram
Seis dias após o assassinato da operadora de telemarketing Maiara de Oliveira Freitas, de 26 anos, morta na frente da filha de 4 anos, em Antonio Ferreira Borges, em Cariacica, a Polícia Civil pede ajuda da população para localizar os criminosos. Por enquanto, nenhum suspeito foi preso. 
O CASO
Fingindo ser policiais, dois bandidos encapuzados invadiram uma casa, agrediram um morador e mataram Maiara na frente da filha dela. A operadora de telemarketing foi assassinada na Rua B, no bairro Antonio Ferreira Borges, em Cariacica, na manhã da última quarta-feira (11). 
Testemunhas contaram à Polícia Civil que os criminosos pularam o muro da casa da vítima por volta das 4 horas. Armados, eles arrombaram uma porta e invadiram o quarto do pai da vítima.
Eles acordaram o morador, disseram ser policiais e o agrediram com coronhadas na cabeça. Depois, ordenaram que ele ficasse no quarto e seguiram para o quarto de Maiara.
Maiara foi retirada do cômodo e executada a tiros na frente da filha, de 4 anos. A menina não ficou ferida. Os criminosos fugiram e a polícia foi acionada.
SUSPEITA DE VINGANÇA
Testemunhas contaram que a vítima morava no bairro há duas semanas. Ela não tem passagem pela polícia. A suspeita é de que a operadora de telemarketing tenha sido morta por vingança.
Há cerca de um ano, o namorado dela foi morto no bairro. Ela teria ajudado a polícia na investigação e foi ameaçada por isso. Ela se mudou para Minas Gerais e retornou a Antônio Borges há 14 dias.
Os parentes revelaram que pretendem se mudar do bairro por medo da violência. A filha de Maiara está abalada, chorando e perguntando sobre o paradeiro da mãe.
INVESTIGAÇÃO
Procurada, a Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação na Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM) e que, até o momento, nenhum suspeito foi detido. Por nota, a PC ainda informou que nenhuma linha de investigação é descartada, que não é possível dar mais detalhes das investigações e pediu a colaboração da população.
"A Polícia conta com a colaboração da população e qualquer contribuição para identificação de suspeitos pode ser feita por meio do Disque-Denúncia , no número 181, ou pelo disquedenuncia181.es.gov.br, onde é possível anexar imagens e vídeos de ações criminosas. O anonimato é garantido e todas as informações são investigadas", afirmou a nota.

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